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Na escola em que os imigrantes se tratam por “olá, irmão!” falou-se de religião, paz e acolhimento

Com 700 alunos de português

Na escola em que os imigrantes se tratam por “olá, irmão!” falou-se de religião, paz e acolhimento

Há uma escola na Margem Sul que é frequentada por 700 imigrantes desejosos de aprenderem a falar português. “Nas nossas turmas participam pessoas de todas as religiões e vive-se em paz. Nas redes sociais tratamo-nos sempre por ‘Olá, irmão!’” – conta uma das professoras. Nesta terça-feira, 6 de maio, à noite, professores e alunos encheram a sala da biblioteca para ouvir gente de várias religiões falar sobre como promovem “o acolhimento ao migrante na construção da paz”.

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Como neta de um avô, desde a Páscoa de Francisco, tenho andado a folhear o álbum de família, a começar naquele primeiro grande sinal – a presença na ilha de Lampedusa, em 2013, com aquelas perguntas todas diretas ao coração: “Quem de nós chorou por este facto e por factos como este? Quem chorou por estas pessoas que vinham no barco?”.

Tinha pensado voltar…

Tinha pensado voltar…

“Tinha pensado voltar aos EUA. Mas não, não irei. Não por medo de me não deixarem entrar nesse país agora cercado de arame farpado por todos os lados. Mas por desgosto, profundo desgosto, e vergonha alheia.”

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