Não podem sair da localidade onde vivem sem autorização prévia do Governo, as suas homilias têm de ser exclusivamente teológicas e são obrigados a apresentar relatórios de atividade à polícia, a quem também devem mostrar os seus telemóveis, para que os agentes verifiquem que não comunicaram com bispos ou jornalistas fora do país: os padres católicos sofrem uma perseguição cada vez mais intensa da parte do regime de Daniel Ortega e da esposa, Rosario Murillo, na Nicarágua.












