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E se nos calássemos?

E se nos calássemos?

Estamos no início da Quaresma cristã. Abundam as palavras. Abundam os chavões. Abundam as palavras vazias ou esvaziadas. Os discursos. As homilias. As meditações. As prelecções. As pregações. As mensagens. Fortes, fracas ou assim-assim. Talvez seja apenas eu a senti-lo, mas falta-nos a abundância do silêncio, tanto exterior quanto interior. [Texto de Rui Ventura]

Sob o “controlo político” do coração

[Metáforas vivas]

Sob o “controlo político” do coração

Na filigrana dos dias, tecida com perseverantes orações pelo Papa Francisco, esperamos notícias da evolução do seu estado de saúde. Na filigrana dos dias, assistimos a uma humilhante discussão pública ― em plena Sala Oval da Casa Branca… Homilia do domingo viii do tempo comum – c 2025, pelo padre Joaquim Félix.

Religiosas e religiosos portugueses reunidos em Fátima: que serviços prestar ao mundo de hoje?

Vida Consagrada

Religiosas e religiosos portugueses reunidos em Fátima: que serviços prestar ao mundo de hoje?

As religiosas e os religiosos de Portugal encontram-se em Fátima a partir das 11 horas de amanhã, sábado dia 1 de março, para celebrar o Jubileu da Vida Consagrada, perguntando-se sobre que “sinais de esperança são chamados a enviar à sociedade atual”, procurando, “mais do que uma descrição ou constatação da realidade”, encontrar que “serviços são chamados a prestar ao mundo de hoje”.

Ora vê #52

Ora vê #52

Uma foto de Miguel Cardoso, com texto de Pedro Benino.

Sobre um sacrifício e a salvação do mundo

[À Margem]

Sobre um sacrifício e a salvação do mundo

É uma curta frase, numa das orações eucarísticas consagradas na liturgia católica: “Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro.” O louvor de Deus “não é passivo, mas acção que procura transformar a realidade”. Perante tudo isto, não queremos salvar o mundo?

Pablo d’Ors: “Temos de trabalhar muito menos e dedicar muito mais tempo não ao urgente, mas ao essencial, ao que é diferente.”

Fundador dos Amigos do Deserto ao 7MARGENS

Pablo d’Ors: “Temos de trabalhar muito menos e dedicar muito mais tempo não ao urgente, mas ao essencial, ao que é diferente.”

No próximo fim-de-semana, decorre em Torres Novas um retiro promovido pelo grupo e que terá como dinamizadores três responsáveis da associação Amigos del Desierto, dinamizada por Pablo d’Ors. Com esse pretexto, publicamos esta entrevista, ainda inédita, feita a propósito do seu livro “O Amigo do Silêncio”.

E se nos calássemos?

E se nos calássemos?

Estamos no início da Quaresma cristã. Abundam as palavras. Abundam os chavões. Abundam as palavras vazias ou esvaziadas. Os discursos. As homilias. As meditações. As prelecções. As pregações. As mensagens. Fortes, fracas ou assim-assim. Talvez seja apenas eu a senti-lo, mas falta-nos a abundância do silêncio, tanto exterior quanto interior. [Texto de Rui Ventura]

Sob o “controlo político” do coração

[Metáforas vivas]

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Na filigrana dos dias, tecida com perseverantes orações pelo Papa Francisco, esperamos notícias da evolução do seu estado de saúde. Na filigrana dos dias, assistimos a uma humilhante discussão pública ― em plena Sala Oval da Casa Branca… Homilia do domingo viii do tempo comum – c 2025, pelo padre Joaquim Félix.

Religiosas e religiosos portugueses reunidos em Fátima: que serviços prestar ao mundo de hoje?

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As religiosas e os religiosos de Portugal encontram-se em Fátima a partir das 11 horas de amanhã, sábado dia 1 de março, para celebrar o Jubileu da Vida Consagrada, perguntando-se sobre que “sinais de esperança são chamados a enviar à sociedade atual”, procurando, “mais do que uma descrição ou constatação da realidade”, encontrar que “serviços são chamados a prestar ao mundo de hoje”.

Ora vê #52

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Sobre um sacrifício e a salvação do mundo

[À Margem]

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É uma curta frase, numa das orações eucarísticas consagradas na liturgia católica: “Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro.” O louvor de Deus “não é passivo, mas acção que procura transformar a realidade”. Perante tudo isto, não queremos salvar o mundo?

Pablo d’Ors: “Temos de trabalhar muito menos e dedicar muito mais tempo não ao urgente, mas ao essencial, ao que é diferente.”

Fundador dos Amigos do Deserto ao 7MARGENS

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No próximo fim-de-semana, decorre em Torres Novas um retiro promovido pelo grupo e que terá como dinamizadores três responsáveis da associação Amigos del Desierto, dinamizada por Pablo d’Ors. Com esse pretexto, publicamos esta entrevista, ainda inédita, feita a propósito do seu livro “O Amigo do Silêncio”.

Últimas Notícias

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Tudo é para sempre

[Entre Margens]

Tudo é para sempre

Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].

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