Missa na Praça da Concórdia
“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão
Foi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.
[Entre Margens]
O nome da Paz é justiça e cultura
Caminhando pelas vielas da Paz, encontramos pequenos gestos de solidariedade que iluminam o caminho e nos inspiram a acreditar num futuro mais justo. Cada passo revela histórias de superação e respeito, onde a diversidade é celebrada e o diálogo floresce envolvendo culturas distintas. [Texto Joaquim Armindo]
Música para a festa cristã
A Páscoa intrigante
Há obras que não se limitam a ocupar um lugar no repertório. Tornam-se dispositivos que atualizam permanentemente uma memória. Messiah, de Georg Friedrich Händel, pertence a essa estirpe. Nele, a música torna partilhável o que o cristianismo afirma desde as suas origens: a salvação como história.
[Entre Margens]
Vencer a tentação de desesperar da humanidade
A Páscoa sempre ocorre na primavera, quando a natureza revivesce, diante dos nossos olhos deslumbrados. O hálito criador que transfigura a nudez das árvores em vida renascida também se percebe na energia com que muitos apostam na possibilidade de se rasgarem caminhos de luz nas espessas nuvens dos invernos deste mundo. [Texto de Manuel António Ribeiro]
Música para a Semana Santa cristã
Já ouço a voz do amigo que vem
Não é uma dissertação sobre a morte. Este hino, escrito por José Augusto Mourão (OP), não explica a morte. Não a nega, mas recusa-lhe a última palavra. Longe de qualquer consolo retórico, é uma reordenação do nosso olhar sobre a vida. Uma música para o tempo da passagem de Jesus.
Ano Jubilar-800 anos da morte (2)
Francisco de Assis, profeta da ecologia integral
O Papa Leão XIV proclamou um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis (3 de Outubro de 1226). Com esse pretexto, o 7MARGENS publica uma série de 10 textos da autoria do franciscano Isidro Lamelas. Escritos de Francisco de Assis foram lidos na Via-Sacra com o Papa.
Livro
Subir à montanha de forma viva e inquieta
O livro “Um Retiro Bíblico nas Montanhas”, de Manuel Nunes, é uma subida apaixonada à montanha; melhor: uma reflexão acerca de Deus e da negação de Deus, da Igreja, nas sombras e na luz, dos papéis das mulheres no seu interior e no mundo, representada como um retiro nas montanhas.
Obra de Alzéda Bedel e Alexandre Le Bourgeois
O segredo e a explosão de uma Via-Sacra de cores de dois jovens artistas no Havre
Convém fazer como aconselha o cartaz à entrada da igreja: “Vou-me sentar na última fila. Olho, aproprio-me do conjunto do edifício: silêncio, sobriedade, luz, espaço.” Um exercício que permitirá descobrir, segredada entre os vitrais, uma Via-Sacra de luz e geometria, criada por dois jovens artistas.
Haydn na Gulbenkian
Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz
Tive o privilégio de escutar “As Sete Últimas Palavras de Jesus na Cruz” op. 51 de Haydn (31/03/1732 -31/05/1809), na Fundação Gulbenkian. Setenta minutos de puro deleite. Setenta minutos de silêncio atravessado por um quarteto de cordas, o quarteto Quiroga: dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo. Sopro suspenso. Olhos cerrados em concentração. [Texto de Teresa Vasconcelos].
[Entre Margens]
O nome da Paz é justiça e cultura
Caminhando pelas vielas da Paz, encontramos pequenos gestos de solidariedade que iluminam o caminho e nos inspiram a acreditar num futuro mais justo. Cada passo revela histórias de superação e respeito, onde a diversidade é celebrada e o diálogo floresce envolvendo culturas distintas. [Texto Joaquim Armindo]
Música para a festa cristã
A Páscoa intrigante
Há obras que não se limitam a ocupar um lugar no repertório. Tornam-se dispositivos que atualizam permanentemente uma memória. Messiah, de Georg Friedrich Händel, pertence a essa estirpe. Nele, a música torna partilhável o que o cristianismo afirma desde as suas origens: a salvação como história.
[Entre Margens]
Vencer a tentação de desesperar da humanidade
A Páscoa sempre ocorre na primavera, quando a natureza revivesce, diante dos nossos olhos deslumbrados. O hálito criador que transfigura a nudez das árvores em vida renascida também se percebe na energia com que muitos apostam na possibilidade de se rasgarem caminhos de luz nas espessas nuvens dos invernos deste mundo. [Texto de Manuel António Ribeiro]
Música para a Semana Santa cristã
Já ouço a voz do amigo que vem
Não é uma dissertação sobre a morte. Este hino, escrito por José Augusto Mourão (OP), não explica a morte. Não a nega, mas recusa-lhe a última palavra. Longe de qualquer consolo retórico, é uma reordenação do nosso olhar sobre a vida. Uma música para o tempo da passagem de Jesus.
Ano Jubilar-800 anos da morte (2)
Francisco de Assis, profeta da ecologia integral
O Papa Leão XIV proclamou um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis (3 de Outubro de 1226). Com esse pretexto, o 7MARGENS publica uma série de 10 textos da autoria do franciscano Isidro Lamelas. Escritos de Francisco de Assis foram lidos na Via-Sacra com o Papa.
Livro
Subir à montanha de forma viva e inquieta
O livro “Um Retiro Bíblico nas Montanhas”, de Manuel Nunes, é uma subida apaixonada à montanha; melhor: uma reflexão acerca de Deus e da negação de Deus, da Igreja, nas sombras e na luz, dos papéis das mulheres no seu interior e no mundo, representada como um retiro nas montanhas.
Obra de Alzéda Bedel e Alexandre Le Bourgeois
O segredo e a explosão de uma Via-Sacra de cores de dois jovens artistas no Havre
Convém fazer como aconselha o cartaz à entrada da igreja: “Vou-me sentar na última fila. Olho, aproprio-me do conjunto do edifício: silêncio, sobriedade, luz, espaço.” Um exercício que permitirá descobrir, segredada entre os vitrais, uma Via-Sacra de luz e geometria, criada por dois jovens artistas.
Haydn na Gulbenkian
Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz
Tive o privilégio de escutar “As Sete Últimas Palavras de Jesus na Cruz” op. 51 de Haydn (31/03/1732 -31/05/1809), na Fundação Gulbenkian. Setenta minutos de puro deleite. Setenta minutos de silêncio atravessado por um quarteto de cordas, o quarteto Quiroga: dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo. Sopro suspenso. Olhos cerrados em concentração. [Texto de Teresa Vasconcelos].
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