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Artigos de Manuel António Ribeiro
Vencer a tentação de desesperar da humanidade

[Entre Margens]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

A Páscoa sempre ocorre na primavera, quando a natureza revivesce, diante dos nossos olhos deslumbrados. O hálito criador que transfigura a nudez das árvores em vida renascida também se percebe na energia com que muitos apostam na possibilidade de se rasgarem caminhos de luz nas espessas nuvens dos invernos deste mundo. [Texto de Manuel António Ribeiro]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

[Entre Margens]

Natal – Deus é um abraço

Celebramos o Natal num tempo cheio de sinais contraditórios. As revoluções tecnológicas e o desenvolvimento da inteligência artificial (exaltados como sinais de um mundo admirável) favorecem o crescimento exponencial da riqueza produzida, mas fazem aumentar na mesma proporção as desigualdades e a concentração dos lucros numa minoria de super-ricos. [Texto de Manuel António Ribeiro].

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Natal – Deus a habitar na debilidade humana

Escreveu Pedro Crisólogo, já no longínquo século V: «Aquele a quem todo o universo não pode conter, aparece incluído num pequenino corpo de criança».
O Natal revela-nos que Deus não se reconhece naqueles que se elevam. Isto perturba as nossas configurações de Deus, porque mais ou menos agarrados aos nossos sonhos de afirmação de poder. [Texto de Manuel António Ribeiro].

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

São Carlos de Foucauld: a mística do último lugar

A 1 de Dezembro celebra-se a memória litúrgica do Irmão Carlos, recentemente canonizado pela Igreja Católica. Revisitemos esta figura, que poderá ser inspiradora para a renovação do catolicismo, no seu atual processo de sinodalização.

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Carlos de Foucauld: a liberdade do despojamento

Foucauld testemunhou que o encontro com o outro, mesmo que muito diferente de nós, não é forçosamente motivo de conflito e de guerra. Foi ele um dos primeiros a praticar o diálogo com os muçulmanos. O seu ermitério tornou-se a “fraternidade” para todos e ele redizia que queria ser visto como o irmão universal, “porque muçulmanos, berberes, judeus, cristãos…todos nós somos filhos de um só Pai”.

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Carlos de Foucauld, antídoto contra a autorreferencialidade

O Papa Francisco irá canonizar Carlos de Foucauld, no próximo domingo, 15 de maio, depois de este ter sido declarado venerável por João Paulo II  em 2001 e proclamado beato em 2005 por Bento XVI. Desde o início do seu pontificado, este Papa já procedeu à beatificação de 1400 pessoas e à canonização de mais novecentas. Esta sua opção, que convida a reparar na proximidade dos “santos ao pé da porta”, homens e mulheres comuns, assenta no discernimento de que a santidade não está reservada a super-humanos.

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Uma jornada pela paz na Sexta-Feira Santa

Vindas de todo o país, foram mais de 700 pessoas a tomar parte nesta jornada, dinamizada pelo impulso inquieto e empreendedor do padre Almiro Mendes, pároco de Canidelo e Afurada, na passada Sexta-Feira Santa. Teve o seu início junto do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, num largo emoldurado por cartazes alusivos à paz, com uma intervenção daquele presbítero em que sublinhou a necessidade de «tecer os caminhos novos do Amor, deixando ódios e violências». Estava dado o mote para o cantor Miguel Bandeirinha galvanizar a participação massiva dos caminhantes, executando de forma empolgante o cântico «É preciso renascer, deixai ódios, violências».

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

[Entre Margens]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

A Páscoa sempre ocorre na primavera, quando a natureza revivesce, diante dos nossos olhos deslumbrados. O hálito criador que transfigura a nudez das árvores em vida renascida também se percebe na energia com que muitos apostam na possibilidade de se rasgarem caminhos de luz nas espessas nuvens dos invernos deste mundo. [Texto de Manuel António Ribeiro]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

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Natal – Deus é um abraço

Celebramos o Natal num tempo cheio de sinais contraditórios. As revoluções tecnológicas e o desenvolvimento da inteligência artificial (exaltados como sinais de um mundo admirável) favorecem o crescimento exponencial da riqueza produzida, mas fazem aumentar na mesma proporção as desigualdades e a concentração dos lucros numa minoria de super-ricos. [Texto de Manuel António Ribeiro].

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Natal – Deus a habitar na debilidade humana

Escreveu Pedro Crisólogo, já no longínquo século V: «Aquele a quem todo o universo não pode conter, aparece incluído num pequenino corpo de criança».
O Natal revela-nos que Deus não se reconhece naqueles que se elevam. Isto perturba as nossas configurações de Deus, porque mais ou menos agarrados aos nossos sonhos de afirmação de poder. [Texto de Manuel António Ribeiro].

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

São Carlos de Foucauld: a mística do último lugar

A 1 de Dezembro celebra-se a memória litúrgica do Irmão Carlos, recentemente canonizado pela Igreja Católica. Revisitemos esta figura, que poderá ser inspiradora para a renovação do catolicismo, no seu atual processo de sinodalização.

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Carlos de Foucauld: a liberdade do despojamento

Foucauld testemunhou que o encontro com o outro, mesmo que muito diferente de nós, não é forçosamente motivo de conflito e de guerra. Foi ele um dos primeiros a praticar o diálogo com os muçulmanos. O seu ermitério tornou-se a “fraternidade” para todos e ele redizia que queria ser visto como o irmão universal, “porque muçulmanos, berberes, judeus, cristãos…todos nós somos filhos de um só Pai”.

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

Carlos de Foucauld, antídoto contra a autorreferencialidade

O Papa Francisco irá canonizar Carlos de Foucauld, no próximo domingo, 15 de maio, depois de este ter sido declarado venerável por João Paulo II  em 2001 e proclamado beato em 2005 por Bento XVI. Desde o início do seu pontificado, este Papa já procedeu à beatificação de 1400 pessoas e à canonização de mais novecentas. Esta sua opção, que convida a reparar na proximidade dos “santos ao pé da porta”, homens e mulheres comuns, assenta no discernimento de que a santidade não está reservada a super-humanos.

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

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Vindas de todo o país, foram mais de 700 pessoas a tomar parte nesta jornada, dinamizada pelo impulso inquieto e empreendedor do padre Almiro Mendes, pároco de Canidelo e Afurada, na passada Sexta-Feira Santa. Teve o seu início junto do Santuário de Nossa Senhora da Urtiga, num largo emoldurado por cartazes alusivos à paz, com uma intervenção daquele presbítero em que sublinhou a necessidade de «tecer os caminhos novos do Amor, deixando ódios e violências». Estava dado o mote para o cantor Miguel Bandeirinha galvanizar a participação massiva dos caminhantes, executando de forma empolgante o cântico «É preciso renascer, deixai ódios, violências».

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O meu tio Fred

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Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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