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Das perguntas primitivas à consolação

[Metáforas vivas]

Das perguntas primitivas à consolação

Este texto corresponde à homilia de domingo, 20 de setembro, [domingo xxv do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix no Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave, em Taíde, arciprestado da Póvoa de Lanhoso.

Tribunal isenta freiras de Nova Iorque – por enquanto – de cumprir a lei sobre a morte assistida

[Justamente Católica]

Tribunal isenta freiras de Nova Iorque – por enquanto – de cumprir a lei sobre a morte assistida

Um tribunal federal determinou que as freiras de Nova Iorque ainda não têm de ajudar a matar os seus doentes. Leste bem. Desde quarta-feira (5 de agosto), a Lei de Assistência Médica à Morte do estado de Nova Iorque está em vigor, o que significa que os residentes que lhes reste seis meses ou menos de vida podem agora obter uma receita médica para pôr fim à sua vida. [Texto de Phyllis Zagano]

A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição

[Trago comigo - 6]

A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa e que agora desempenhava o cargo de presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, morreu na Praia da Figueirinha, na Arrábida, na sequência de paragem cardiorrespiratória. Há precisamente um ano, Eugénio Fonseca escrevia sobre esse lugar que lhe era tão querido e explicava as razões. Pouco antes do incidente fatal, manifestara a quem estava com ele o seu contentamento por estar no lugar que tanto apreciava. Por essa razão, reeditamos a seguir o texto publicado há um ano. 

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

[Arquipélago Jerusalém]

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

Fernando Pessoa escreveu o  O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Uma Vida de Jesus

[Trago comigo - 5]

Uma Vida de Jesus

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quinto texto, da autoria de José Alves Jana, dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.

Caminhando de Sintra a Mafra

[Trago comigo - 4]

Caminhando de Sintra a Mafra

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quarto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. E ficamos a aguardar receber muitos mais. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

Tribunal isenta freiras de Nova Iorque – por enquanto – de cumprir a lei sobre a morte assistida

[Justamente Católica]

Tribunal isenta freiras de Nova Iorque – por enquanto – de cumprir a lei sobre a morte assistida

Um tribunal federal determinou que as freiras de Nova Iorque ainda não têm de ajudar a matar os seus doentes. Leste bem. Desde quarta-feira (5 de agosto), a Lei de Assistência Médica à Morte do estado de Nova Iorque está em vigor, o que significa que os residentes que lhes reste seis meses ou menos de vida podem agora obter uma receita médica para pôr fim à sua vida. [Texto de Phyllis Zagano]

A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição

[Trago comigo - 6]

A Senhora d’Agonia e o fundamentalismo de uma proibição

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o sexto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

Descanso onde o Sado se encontra com o Atlântico

Eugénio Fonseca, ex-presidente da Cáritas Portuguesa e que agora desempenhava o cargo de presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, morreu na Praia da Figueirinha, na Arrábida, na sequência de paragem cardiorrespiratória. Há precisamente um ano, Eugénio Fonseca escrevia sobre esse lugar que lhe era tão querido e explicava as razões. Pouco antes do incidente fatal, manifestara a quem estava com ele o seu contentamento por estar no lugar que tanto apreciava. Por essa razão, reeditamos a seguir o texto publicado há um ano. 

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

[Arquipélago Jerusalém]

Quem foi o Banqueiro Anarquista?

Fernando Pessoa escreveu o  O Banqueiro Anarquista em 1922. Um conto de raciocínio sobre um banqueiro que acumula dinheiro e que se proclama anarquista e explica que é mais revolucionário do que os revolucionários. Tudo indica que o poeta que é um fingidor não tenha inventado inteiramente este paradoxo. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Uma Vida de Jesus

[Trago comigo - 5]

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Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quinto texto, da autoria de José Alves Jana, dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória.

Caminhando de Sintra a Mafra

[Trago comigo - 4]

Caminhando de Sintra a Mafra

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quarto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. E ficamos a aguardar receber muitos mais. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

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