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Artigos de Maria Luísa Ribeiro Ferreira
Caminhando de Sintra a Mafra

[Trago comigo - 4]

Caminhando de Sintra a Mafra

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quarto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. E ficamos a aguardar receber muitos mais. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

Não voltes aos lugares onde foste feliz

[Nas margens da filosofia (LXXXV)]

Não voltes aos lugares onde foste feliz

“Não voltes aos lugares onde foste feliz” é uma afirmação que por vezes nos é dita quando falamos de decepções provocadas pela mudança, como se o tempo tivesse de se manter igual a si mesmo, respeitando as nossas memórias e recusando alterações. [A crónica de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

” Quando uma amiga nos morre “

[Nas margens da filosofia (LXXVIII)]

” Quando uma amiga nos morre “

Quando algum familiar próximo nos morre o nosso desgosto exterioriza-se pelo luto visível que fazemos, geralmente vestindo-nos de preto durante algum tempo, consoante o grau de parentesco que nos unia ao falecido ou falecida. Quando nos morre um amigo ou uma amiga, o luto faz-se no nosso coração, não havendo sinais exteriores do mesmo. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

[Nas margens da filosofia (LXXII)]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

A encíclica Dilexit Nos tem como subtítulo “Sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus.” Confesso que tinha o livro no meu monte de obras para ler, uma tarefa que fui afastando durante algum tempo. Sou pouco atreita a devoções particulares e o título não me era particularmente apelativo. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

“Filosofar é estar a caminho”

[Nas margens da filosofia (LXVII)]

“Filosofar é estar a caminho”

Durante anos integrei um grupo de caminhantes na zona de Sintra. Com ele conheci lugares insuspeitos, revisitei sítios que ganharam novos relevos depois de percorridos a pé, atendi a povoações que conhecia apenas de passagem, interessei-me por problemas que nunca me tinham preocupado, nomeadamente os de carácter ecológico, estabeleci relações com pessoas que desconhecia. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Caminhando de Sintra a Mafra

[Trago comigo - 4]

Caminhando de Sintra a Mafra

Neste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Publicamos a seguir o quarto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. E ficamos a aguardar receber muitos mais. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

Não voltes aos lugares onde foste feliz

[Nas margens da filosofia (LXXXV)]

Não voltes aos lugares onde foste feliz

“Não voltes aos lugares onde foste feliz” é uma afirmação que por vezes nos é dita quando falamos de decepções provocadas pela mudança, como se o tempo tivesse de se manter igual a si mesmo, respeitando as nossas memórias e recusando alterações. [A crónica de Maria Luísa Ribeiro Ferreira]

Um convite à alegria

Nas margens da filosofia (LXXIX)

Um convite à alegria

Há dez anos para cá que a Capela do Rato tem organizado cursos subordinados aos temas da filosofia, da literatura e da espiritualidade. A adesão tem sido crescente e as muitas dezenas dos primeiros inscritos têm-se transformado em centenas de pessoas que acompanham as sessões, quer presencialmente quer sobretudo “on line”.

” Quando uma amiga nos morre “

[Nas margens da filosofia (LXXVIII)]

” Quando uma amiga nos morre “

Quando algum familiar próximo nos morre o nosso desgosto exterioriza-se pelo luto visível que fazemos, geralmente vestindo-nos de preto durante algum tempo, consoante o grau de parentesco que nos unia ao falecido ou falecida. Quando nos morre um amigo ou uma amiga, o luto faz-se no nosso coração, não havendo sinais exteriores do mesmo. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

[Nas margens da filosofia (LXXII)]

Deriva a partir da carta encíclica “Dilexit Nos”

A encíclica Dilexit Nos tem como subtítulo “Sobre o amor humano e divino do Coração de Jesus.” Confesso que tinha o livro no meu monte de obras para ler, uma tarefa que fui afastando durante algum tempo. Sou pouco atreita a devoções particulares e o título não me era particularmente apelativo. [Texto de Maria Luísa Ribeiro Ferreira].

“Filosofar é estar a caminho”

[Nas margens da filosofia (LXVII)]

“Filosofar é estar a caminho”

Durante anos integrei um grupo de caminhantes na zona de Sintra. Com ele conheci lugares insuspeitos, revisitei sítios que ganharam novos relevos depois de percorridos a pé, atendi a povoações que conhecia apenas de passagem, interessei-me por problemas que nunca me tinham preocupado, nomeadamente os de carácter ecológico, estabeleci relações com pessoas que desconhecia. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois novidade

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

A missão voltada para a habitação acessível

A missão voltada para a habitação acessível novidade

A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

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