Carlos, padre de 49 anos que gostava de viajar e criou um banco alimentar; Horácio, também padre, de 83 anos, que criava “dinâmicas pastorais inovadoras” e mostrava zelo com o património. Luísa, o anjo de um fotojornalista. Valério, um amigo que faz falta. Vítor, médico vitimado pela sua bondade. Luís, antigo militar que sobreviveu a uma emboscada mas não a um vírus. Helena e o seu filho Pedro, ambos jornalistas. Rui, o operário catequista de coração grande. Joaquim, o homem reservado que gostava do jornal onde trabalhava. Jacinto, o senhor da papelaria, de fácil trato e amizade. Tadeu, o professor de cante alentejano que punha uma música de Led Zeppelin a falar de esperança. Nelson, que provavelmente estará a dançar. Mário, o primeiro a morrer, um “tipo fantástico” de coração mole. Carlos, bombeiro-ciclista embaixador de Leiria. Em 15 rostos e histórias, o Público conta outras tantas vidas de pessoas que a covid-19 nos roubou. Para ler aqui.









