Ensaio
A Sagrada Escritura na vida da Igreja: da veneração à gostosa “ars legendi” (I)
“Profundo respeito! Sim, a Palavra de Deus é um despertador de atenção. Acorda-nos para a luz que, desde o silêncio, o mais profundo silêncio, imunda a nossa sede auroral.” – Assim começa a primeira parte de um ensaio do pe. Joaquim Félix sobre as divinas Escrituras
Niceia, 1700 anos: uma leitura atual (1)
Creio em Deus Pai – uma imagem revolucionada
Primeiro de doze textos, de um novo ensaio diário no 7MARGENS a pretexto dos 1700 anos do Concílio de Niceia. Uma reflexão de Vítor Rafael, partindo da Bíblia, da história e dos contextos culturais para falar sobre a atualidade do Credo cristão.
Ensaio
Criar para não ser pedra: A propósito dos direitos de autor e mais além
A luta pelo reconhecimento do trabalho intelectual como um património, nomeadamente o reconhecimento dos direitos de autor, é longa e cheia de peripécias. Mas, hoje, os perigos são avassaladores e transportam o germe da destruição: não só no reconhecimento dos direitos desse trabalho, mas também no do mero abandono laxista do labor intelectual em coisa mesma. [Texto de Jorge Castro Guedes].
Ensaio
“E vós, quem dizeis que Eu sou?” – Uma reflexão protestante-reformada sobre o Credo Niceno
A história do Credo começa com uma pergunta de Jesus, aparentemente simples, mas profundamente provocadora, tal como a relatam os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas: “E vós, quem dizeis que Eu sou?” [Texto de Joel Lourenço Pinto].
Ensaio
Notas à margem do silêncio
Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]
Laudato Si’ 10 anos; Cântico das Criaturas 800 anos (8)
O “Hexaemeron” de Ambrósio: a Criação enquanto reflexo da sabedoria divina
O “Hexaemeron”, de Ambrósio de Milão, profundo trabalho teológico e exegético, tem um significado que transcende a mera interpretação das Escrituras, pois concorre para uma síntese entre o pensamento clássico e a doutrina cristã, moldando a teoria política medieval e determinando o desenvolvimento teológico da civilização ocidental.
Educar para o populismo
Temos um número insondável de jovens que saem da escola vendo-se a si mesmos, no máximo, como pessoas «medianas», que ficaram (atendendo ao ideal, a nota 20), muito aquém das expectativas. Outros sentir-se-ão de antemão como «falhados». De uns e de outros, o populismo está à espera. [Texto de Paulo Carvalho]
Ensaio
Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal
Ao longo da história dos dogmas, a teologia cristã sempre lutou contra os extremos filosóficos, seja o realismo ingénuo, seja o idealismo angélico. Nem há corpo sem espírito, como nem há espírito sem corpo. Nem humanidade sem divindade, nem divindade sem humanidade. Mas hoje regressam em força novas formas neoplatónicas.
Ensaio
Na presença do (in)acreditável
A ressurreição, como a maioria ou senão a totalidade dos temas e conteúdos filosóficos e teológicos, bem com o dizer quotidiano, é um assunto de linguagem. Sem a consideração analítica desta dimensão prévia à própria experiência, torna-se difícil hoje saber do que se fala quando se fala de ressurreição.
Niceia, 1700 anos: uma leitura atual (1)
Creio em Deus Pai – uma imagem revolucionada
Primeiro de doze textos, de um novo ensaio diário no 7MARGENS a pretexto dos 1700 anos do Concílio de Niceia. Uma reflexão de Vítor Rafael, partindo da Bíblia, da história e dos contextos culturais para falar sobre a atualidade do Credo cristão.
Ensaio
Criar para não ser pedra: A propósito dos direitos de autor e mais além
A luta pelo reconhecimento do trabalho intelectual como um património, nomeadamente o reconhecimento dos direitos de autor, é longa e cheia de peripécias. Mas, hoje, os perigos são avassaladores e transportam o germe da destruição: não só no reconhecimento dos direitos desse trabalho, mas também no do mero abandono laxista do labor intelectual em coisa mesma. [Texto de Jorge Castro Guedes].
Ensaio
“E vós, quem dizeis que Eu sou?” – Uma reflexão protestante-reformada sobre o Credo Niceno
A história do Credo começa com uma pergunta de Jesus, aparentemente simples, mas profundamente provocadora, tal como a relatam os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas: “E vós, quem dizeis que Eu sou?” [Texto de Joel Lourenço Pinto].
Ensaio
Notas à margem do silêncio
Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]
Laudato Si’ 10 anos; Cântico das Criaturas 800 anos (8)
O “Hexaemeron” de Ambrósio: a Criação enquanto reflexo da sabedoria divina
O “Hexaemeron”, de Ambrósio de Milão, profundo trabalho teológico e exegético, tem um significado que transcende a mera interpretação das Escrituras, pois concorre para uma síntese entre o pensamento clássico e a doutrina cristã, moldando a teoria política medieval e determinando o desenvolvimento teológico da civilização ocidental.
Educar para o populismo
Temos um número insondável de jovens que saem da escola vendo-se a si mesmos, no máximo, como pessoas «medianas», que ficaram (atendendo ao ideal, a nota 20), muito aquém das expectativas. Outros sentir-se-ão de antemão como «falhados». De uns e de outros, o populismo está à espera. [Texto de Paulo Carvalho]
Ensaio
Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal
Ao longo da história dos dogmas, a teologia cristã sempre lutou contra os extremos filosóficos, seja o realismo ingénuo, seja o idealismo angélico. Nem há corpo sem espírito, como nem há espírito sem corpo. Nem humanidade sem divindade, nem divindade sem humanidade. Mas hoje regressam em força novas formas neoplatónicas.
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Na presença do (in)acreditável
A ressurreição, como a maioria ou senão a totalidade dos temas e conteúdos filosóficos e teológicos, bem com o dizer quotidiano, é um assunto de linguagem. Sem a consideração analítica desta dimensão prévia à própria experiência, torna-se difícil hoje saber do que se fala quando se fala de ressurreição.
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