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Artigos de João Paulo Costa
Uma pintura incarnada para invisuais que somos

Ensaio: dos “Loghismoí” ao “Apocalypsis”

Uma pintura incarnada para invisuais que somos

Vocábulos, livros, nomes próprios ou experiências estético-espirituais serão, porventura, quase desconhecidos ou pouco relevantes para a vida de muitos. Mas o que conta é que todos eles, a seu modo e no seu tempo, foram aquilo a que poderíamos chamar de espeleólogos do espírito humano, pois cartografaram a anatomia da alma humana. [Ensaio de João Paulo Costa]

O tempo dos moderados

[Crónica]

O tempo dos moderados

Este é o tempo dos moderados. É o tempo dos moderados resistirem à onda de extremismos e de indignações vociferais, e de permanecerem como elo efectivo de relação entre as pessoas. [Texto de João Paulo Costa].

Notas à margem do silêncio

Ensaio

Notas à margem do silêncio

Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]

Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal

Ensaio

Na presença do (in)acreditável (II): O Surreal

Ao longo da história dos dogmas, a teologia cristã sempre lutou contra os extremos filosóficos, seja o realismo ingénuo, seja o idealismo angélico. Nem há corpo sem espírito, como nem há espírito sem corpo. Nem humanidade sem divindade, nem divindade sem humanidade. Mas hoje regressam em força novas formas neoplatónicas.

Na presença do (in)acreditável

Ensaio

Na presença do (in)acreditável

A ressurreição, como a maioria ou senão a totalidade dos temas e conteúdos filosóficos e teológicos, bem com o dizer quotidiano, é um assunto de linguagem. Sem a consideração analítica desta dimensão prévia à própria experiência, torna-se difícil hoje saber do que se fala quando se fala de ressurreição.

Oitavo dia: Brancura luminosa

Ensaio

Oitavo dia: Brancura luminosa

Como podem os olhos de carne ver a «luz incriada»? «Por um poder que não era o dos sentidos», «por uma transformação da actividade dos seus sentidos (sentidos corporais) produzida neles pelo Espírito», escrevia Gregório Palamas. Os sentidos corporais, o corpo, que participam na deificação do ser humano total, tornam-se sentidos espirituais.

“Politeía”, democracia e as tecno-oligarquias digitais

Ensaio

“Politeía”, democracia e as tecno-oligarquias digitais

O que é uma democracia? Contrariamente ao senso comum, dada a ausência quase total da filosofia do debate público das ideias, a política não é um assunto de políticos, mas é primeiramente uma questão filosófica. À ideia de política (politeía), no seu sentido clássico, subjaz procurar racionalmente o bem dos cidadãos da Pólis como um todo, na sua organização, nos seus dinamismos, estruturas e diversidades étnicas, religiosas ou morais. [Texto de João Paulo Costa]

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O tempo dos moderados

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Este é o tempo dos moderados. É o tempo dos moderados resistirem à onda de extremismos e de indignações vociferais, e de permanecerem como elo efectivo de relação entre as pessoas. [Texto de João Paulo Costa].

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Há um silêncio falante e meditante (como ars meditandi), que é eloquente, grávido de palavra significativa, que revela a verdade das coisas, da realidade e de nós mesmos. Um silêncio que não conseguimos ouvir, mas que se sente, que está lá discretamente, como uma atmosfera a envolver-nos, precisamente como oratio interior silenciosa. [Texto de João Paulo Costa]

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O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

Quando o Santo leu o “Herege”: Padre Américo, leitor de Guerra Junqueiro

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Nesta terça-feira, 15 de Setembro, passam 176 anos sobre o nascimento de Guerra Junqueiro. Não deixa de ser curioso assinalar a data lembrando uma carta escrita, há pouco mais de um século, por um jovem seminarista que ainda não era Padre Américo e que, entre tantas leituras possíveis, recomendava precisamente Junqueiro. [Texto de Henrique Manuel Pereira].

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