Vocábulos, livros, nomes próprios ou experiências estético-espirituais serão, porventura, quase desconhecidos ou pouco relevantes para a vida de muitos. Mas o que conta é que todos eles, a seu modo e no seu tempo, foram aquilo a que poderíamos chamar de espeleólogos do espírito humano, pois cartografaram a anatomia da alma humana. [Ensaio de João Paulo Costa]












