AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Ilustração do livro Maqamat Al-Hariri

Ibn Khamīs de Évora, um dos pensadores muçulmanos mais importantes do al-Andalus, e outros estudos islâmicos

| 27/04/2021

Maqamat Al-Hariri ilustração

Ilustração do livro Maqamat Al-Hariri de 1237 executada por Yahya Ibn Mahmud Al Wasiti.

Uma conferência sobre “Ibn Khamīs de Évora: história e sufismo”, abre nesta quarta-feira, 28, a edição de 2021 do Seminário Permanente de Estudos Islâmicos. A intervenção está a cargo de Pilar Garrido, professora de Estudos Árabes e Islâmicos da Universidade de Múrcia, e tem início às 18h em videoconferência.

Ibn Khamīs, autor do livro A Linguagem dos Sufis, viveu nos reinos de taifa de Badajoz e Sevilha e foi contemporâneo da unificação almorávida, no século XI, sendo considerado um dos nomes mais importantes do pensamento islâmico do al-Andalus.

O seminário, que contará com mais sete sessões, uma por mês, até final do ano, pretende “estudar, divulgar e debater temas religiosos, históricos e culturais” relacionados com o islão. Entre os intervenientes, contam-se ainda AbdoolKarim Vakil (King’s College London), Adalberto Alves e Adel Sidarus.

Coordenado por Fabrizio Boscaglia, responsável da Linha de Investigação Herança e Espiritualidade Islâmica, na Área de Ciência das Religiões da Universidade Lusófona, o seminário pretende também dar espaço a jovens investigadores.

As próximas sessões, até ao Verão, serão dedicadas ao sufismo de Ibn ‘Arabī (20 de Maio, Pablo Beneito), às traduções do Alcorão em português (18 de Junho, Mostafa Zekri), e à islamofobia e racismos na Europa (AbdoolKarim Vakil, 22 de Julho).

Depois do Verão, haverá mais três temas: “Filosofia Islâmica: A Cidade Virtuosa de Al-Fārābī” (Catarina Belo, 23 de Setembro); política, espiritualidade e sufismo em Michel Foucault (Teresa Xavier, 18 de Novembro) e a corte omíada de Córdova (Elsa Cardoso, 16 de Dezembro).

A 21 de Outubro, na Biblioteca Nacional (11h-19h), decorrerá ainda um colóquio sobre cultura luso-árabe e luso-islâmica, com a participação de Adalberto Alves, Adel Sidarus, António Rei, Fabrizio Boscaglia, Hugo Maia, Maria João Cantinho e Natália Nunes.

Como referido, os encontros, abertos a todas as pessoas interessadas, decorrem em videoconferência ou em sala presencial; as indicações serão dadas com antecedência na página da Ciência das Religiões/Lusófona.

(Dia 28, às 13h, corrigido o nome Ibn Khamīs de Évora, mais correcto na transliteração para português)

 

Últimas Notícias

Últimas Notícias

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidade

No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

Guerras e mudanças de regime novidade

Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.