Marcelo Rebelo de Sousa na entrega dos prémios Gazeta. Foto © Rui Ochoa | Presidência da República
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, está muito preocupado com a situação do jornalismo em Portugal, nomeadamente com a precariedade e baixos salários em que tantos jornalistas são forçados a trabalhar.
“Não é possível ter qualidade em precariedade”, disse o Presidente, na cerimónia de entrega dos Prémios Gazeta de Jornalismo, que incluíram também o Prémio Gazeta de Imprensa ao jornalista António Marujo, do 7MARGENS. O galardão foi atribuído ao trabalho A Caixa de Correio de Nossa Senhora, publicado na revista E, do Expresso, em Janeiro e Fevereiro de 2020, e que pode ser lido no 7MARGENS.
Marcelo disse que sentia “um orgulho imenso de ser Presidente num país que tem jornalistas” como os galardoados. E elogiou Diana Andringa, Gazeta de Mérito, por conseguir fazer “cidadania no jornalismo, fazendo do jornalismo cidadania”.
A entrega decorreu numa cerimónia realizada quinta-feira, 25, no Grémio Literário, em Lisboa. Os Prémios Gazeta – que abrangem as categorias Televisão, Rádio, Imprensa, Fotografia, Multimédia, Imprensa Regional e Revelação, além do Gazeta de Mérito – são o mais prestigiado galardão do jornalismo português, atribuído pelo Clube de Jornalistas.
Os outros trabalhos premiados são relativos à pandemia (reportagem Confinado na Aldeia, de João Pedro Fonseca na RTP, e a foto Sozinho com a pátria às costas, de José Sena Goulão, da Lusa); ao Brexit (reportagem Goodbye Europa, de Carolina Ferreira e Miguel Soares, na Antena 1); ao problema dos abusos sexuais na Igreja Católica (Em Silêncio, de João Francisco Gomes e Sónia Simões, do Observador); e à reportagem sobre a manifestação de mulheres contra a ditadura do Estado Novo, de 8 de Março de 1962.
O jornal O Gaiense recebeu o Gazeta da Imprensa Regional.

Marcelo Rebelo de Sousa entrega o prémio Gazeta a António Marujo. Foto © Rui Ochoa | Presidência da República









