
José Maria Brito
Duas missas, em Lisboa e Coimbra, serão celebradas nesta terça-feira, 30 de Abril, em memória e acção de graças pela vida do padre jesuíta José Maria Brito, fundador do Ponto SJ, que morreu na segunda-feira, dia 22 de abril, aos 48 anos [ver 7MARGENS]. Em Lisboa, será na igreja do Colégio São João de Brito, às 19h30, e em Coimbra no Centro Universitário Manuel da Nóbrega, a partir das 19h. Nos últimos dias, as outras cidades em que José Maria Brito exerceu o seu ministério (Braga, Porto, Évora e Beja) já tinham acolhido outras celebrações.
Os jesuítas convidam amigos e conhecidos deste padre, que teve um papel fundamental na renovação das estruturas de comunicação da Companhia de Jesus, a participar nestas celebrações “dando graças” pela sua vida, e unindo-se “em oração à sua família e aos seus companheiros jesuítas”.
José Maria Brito nasceu em Santo Ildefonso (Porto), em 8 de janeiro de 1976. Estudou jornalismo, foi animador do centro universitário dos jesuítas no Porto e entrou no noviciado da Companhia de Jesus em Setembro de 1998, fazendo os primeiros votos dois anos depois. Estudou depois filosofia em Braga, entre 2000 e 2004. Depois de dois anos em Lisboa, onde deu aulas no Colégio São João de Brito, foi estudar teologia para Madrid e, em 2009, para Boston (EUA).
Ordenado padre no dia 10 de Julho de 2010, no Colégio das Caldinhas (Santo Tirso), ficou aí a coordenar o sector social dos colégios, ao mesmo tempo que dava aulas. Em 2016 esteve alguns meses no Quénia passando, ainda nesse ano, a integrar a comunidade jesuíta no Pragal (Almada) e a colaborar nas paróquias da Margem Sul. Em 2017 fez os últimos votos em Cernache, passando no ano seguinte a residir em Lisboa, onde coordenou, durante seis anos, o Gabinete de Comunicação. Nessa qualidade iniciou o Ponto SJ, o site dos jesuítas em Portugal, e colaborou com vários meios de comunicação social.
O padre José Maria acompanhou ainda grupos das Comunidades de Vida Cristã (CVX), foi membro e presidente da Fundação Gonçalo da Silveira. Em 2020, integrou o Serviço de Protecção e Cuidado, dedicado à prevenção de abusos sexuais nas instituições dos jesuítas. Em 2022 mudou para Évora, onde trabalhou como director do Departamento da Pastoral da Família da arquidiocese.










