
“Que medidas devem ser implementadas para proteger a família e favorecer a conciliação trabalho-família?”, pergunta o Movimento Acção Ética aos candidatos à Assembleia da República. Foto © AR
Preocupado com o facto de a Assembleia da República ter aprovado, nos últimos anos, “várias leis que representam um retrocesso ético e civilizacional”, o Movimento Acção Ética (MAE) decidiu interpelar os partidos políticos a “esclarecerem os eleitores sobre os respectivos programas em matérias de incidência ética”, convidando os candidatos às Legislativas do próximo dia 10 de março a responder a sete perguntas.
Num comunicado, o movimento cívico enumera as questões enviadas aos candidatos, entre as quais se incluem: “Que tipo de cuidados deve o Estado prestar às pessoas em fim de vida?”, “Quais as medidas para aumentar a natalidade e reverter o envelhecimento demográfico?”, “Como se alcança o equilíbrio entre a educação pública e a liberdade de educar pelos pais e o exercício autónomo da medicina e da psicologia?”. e “Que medidas devem ser implementadas para proteger a família e favorecer a conciliação trabalho-família?”.
Fundado em 2021 por António Bagão Félix (economista), Paulo Otero (jurista), Pedro Afonso (médico psiquiatra) e Victor Gil (médico cardiologista), o Movimento Acção Ética questiona ainda se o Serviço Nacional de Saúde deve ser gerido em exclusividade pelo Estado e “como prevenir e combater a corrupção e o tráfico de influência”.










