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“Estás tão bem para a idade!”

[Lugar (in)comum]

“Estás tão bem para a idade!”

“O envelhecimento passou a ser um exame contínuo, em que a nota de passagem é parecer ter, no mínimo, menos dez anos. E quem falha o teste – quem ganha rugas, assume os cabelos brancos, ajusta o tom da voz ou desacelera o ritmo – é visto como desleixado, como se envelhecer não fosse a consequência lógica de estar vivo.” [Texto de Júlia Costa]

A Páscoa intrigante

Música para a festa cristã

A Páscoa intrigante

Há obras que não se limitam a ocupar um lugar no repertório. Tornam-se dispositivos que atualizam permanentemente uma memória. Messiah, de Georg Friedrich Händel, pertence a essa estirpe. Nele, a música torna partilhável o que o cristianismo afirma desde as suas origens: a salvação como história.

Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz

Haydn na Gulbenkian

Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz

Tive o privilégio de escutar “As Sete Últimas Palavras de Jesus na Cruz” op. 51 de Haydn (31/03/1732 -31/05/1809), na Fundação Gulbenkian. Setenta minutos de puro deleite. Setenta minutos de silêncio atravessado por um quarteto de cordas, o quarteto Quiroga: dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo. Sopro suspenso. Olhos cerrados em concentração. [Texto de Teresa Vasconcelos].

Pés em carne viva

Música para a Semana Santa cristã

Pés em carne viva

Para o leitor de hoje, talvez seja uma surpresa descobrir que, até ao século IV, em diversas regiões de expansão do cristianismo, os cristãos se tratavam mutuamente por “irmãos” – expressão que não era, como hoje, um quase “exclusivo” da tradição monástica.  Nas primeiras gerações de cristãos, a linguagem do serviço e da hospitalidade tomou o lugar do léxico sacral que desnivela o mundo, instituindo o alto e o baixo, o fora e o dentro. [Alfredo Teixeira].

A Páscoa intrigante

Música para a festa cristã

A Páscoa intrigante

Há obras que não se limitam a ocupar um lugar no repertório. Tornam-se dispositivos que atualizam permanentemente uma memória. Messiah, de Georg Friedrich Händel, pertence a essa estirpe. Nele, a música torna partilhável o que o cristianismo afirma desde as suas origens: a salvação como história.

Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz

Haydn na Gulbenkian

Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz

Tive o privilégio de escutar “As Sete Últimas Palavras de Jesus na Cruz” op. 51 de Haydn (31/03/1732 -31/05/1809), na Fundação Gulbenkian. Setenta minutos de puro deleite. Setenta minutos de silêncio atravessado por um quarteto de cordas, o quarteto Quiroga: dois violinos, uma viola de arco e um violoncelo. Sopro suspenso. Olhos cerrados em concentração. [Texto de Teresa Vasconcelos].

Pés em carne viva

Música para a Semana Santa cristã

Pés em carne viva

Para o leitor de hoje, talvez seja uma surpresa descobrir que, até ao século IV, em diversas regiões de expansão do cristianismo, os cristãos se tratavam mutuamente por “irmãos” – expressão que não era, como hoje, um quase “exclusivo” da tradição monástica.  Nas primeiras gerações de cristãos, a linguagem do serviço e da hospitalidade tomou o lugar do léxico sacral que desnivela o mundo, instituindo o alto e o baixo, o fora e o dentro. [Alfredo Teixeira].

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