
Em 2022, mais de 1.000 pessoas participaram nesta iniciativa da associação Compassio. Foto © Compassio
“Ler 1000 livros”; “Perdoar a minha mãe”; “Ganhar a Champions”; “Ver os meus netos crescerem”, “Ter uma 2ª oportunidade”. Estes foram alguns dos desejos deixados no mural colocado pela associação Compassio no Cemitério da Foz, no Porto, há dois anos. Desde esta quarta-feira e até ao próximo dia 12 de junho, um novo mural que convida a completar a frase “Antes de morrer, eu quero…” está no mesmo local, com o mesmo objetivo: “relembrar a finitude e a importância de aproveitar bem a vida”.
Em 2022, mais de 1.000 pessoas participaram nesta iniciativa. Mariana Abranches Pinto, presidente da Compassio, espera que o “mural tenha tanto sucesso como em 2022, a participação de miúdos e graúdos, porque tem mesmo sentido falar deste tema na comunidade: o que verdadeiramente é importante na vida? Como quero viver a vida?”, refere em comunicado enviado ao 7MARGENS.
O mural – que está inserindo no projeto “Porto Compassivo, uma comunidade que cuida até ao fim” e no projeto “Freguesia Compassiva” – é a versão portuguesa do projeto “Before I died”, da autoria de Candy Chang, que já esteve patente em 78 países, em 36 línguas, com mais de 5.000 murais em todo o mundo.
Criada em 2019, a Compassio é uma associação que pretende tornar o Porto uma cidade mais compassiva nas áreas do envelhecimento, da doença, da morte e do luto, do isolamento social e da solidão [ver 7MARGENS].
Há uma comunidade compassiva a crescer no Porto, e esta quinta-feira é possível conhecê-la melhor










