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Mais males que Bem ou glorificação das desgraças?

[Entre Margens]

Mais males que Bem ou glorificação das desgraças?

Porque será que há tendência para dizer que acontecem mais males no mundo que coisas boas? O mundo vai bastante mal, mas serão mais as desgraças que as coisas boas que se fazem? Falar de desgraças e males será tendência dos jornais, televisão, rádio, redes sociais, romances, filmes para conseguir vender e interessar mais os leitores e espetadores? [Texto de Aires Gameiro].

“Prezava a verdade”

[Os dias da semana]

“Prezava a verdade”

Os futebolistas não são os únicos heróis destes dias. A França honrou Marc Bloch, levando-o, com a sua mulher Simonne Vidal, para o Panteão. A generalidade dos textos coincide em relação ao que caracteriza este homem: espírito brilhante, renovador da ciência histórica, intelectual comprometido, patriota, resistente, etc. [A crónica de Eduardo Jorge Madureira]

O budismo caviar

[Arquipélago Jerusalém]

O budismo caviar

A indústria cultural devora os seus profetas com a voracidade de Saturno. Foi assim no S. João, no Porto, no Babell –  festival literário que soa a Torre de Babel revisitada pela Livraria Lello e onde Byung-Chul Han ( ou Pyong-Chol Han ) protagonizou um episódio que merecia ser pintado por Hogarth, narrado por Camilo Castelo Branco, ou posto em filme por Wes Anderson. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Proximidade precisa-se

[Entre Margens]

Proximidade precisa-se

A proximidade é a linguagem do cristianismo. Não é um adorno da fé, nem uma categoria pastoral simpática. É a forma concreta como Deus escolheu entrar no mundo. Cristo é proximidade. Cura em proximidade, fala em proximidade, escuta em proximidade, olha em proximidade. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Ateísmo e crise ecológica

[Entre Margens]

Ateísmo e crise ecológica

«A destruição niilista da natureza é o ateísmo posto em prática», escreveu o teólogo Jürgen Moltmann. Trata-se, acima de tudo, do ateísmo prático: a atitude que trata a natureza como simples recurso disponível, explorável sem limites, como se não houvera qualquer instância transcendente, perante a qual somos responsáveis. [Texto de Artur Morão].

Mais males que Bem ou glorificação das desgraças?

[Entre Margens]

Mais males que Bem ou glorificação das desgraças?

Porque será que há tendência para dizer que acontecem mais males no mundo que coisas boas? O mundo vai bastante mal, mas serão mais as desgraças que as coisas boas que se fazem? Falar de desgraças e males será tendência dos jornais, televisão, rádio, redes sociais, romances, filmes para conseguir vender e interessar mais os leitores e espetadores? [Texto de Aires Gameiro].

“Prezava a verdade”

[Os dias da semana]

“Prezava a verdade”

Os futebolistas não são os únicos heróis destes dias. A França honrou Marc Bloch, levando-o, com a sua mulher Simonne Vidal, para o Panteão. A generalidade dos textos coincide em relação ao que caracteriza este homem: espírito brilhante, renovador da ciência histórica, intelectual comprometido, patriota, resistente, etc. [A crónica de Eduardo Jorge Madureira]

O budismo caviar

[Arquipélago Jerusalém]

O budismo caviar

A indústria cultural devora os seus profetas com a voracidade de Saturno. Foi assim no S. João, no Porto, no Babell –  festival literário que soa a Torre de Babel revisitada pela Livraria Lello e onde Byung-Chul Han ( ou Pyong-Chol Han ) protagonizou um episódio que merecia ser pintado por Hogarth, narrado por Camilo Castelo Branco, ou posto em filme por Wes Anderson. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Proximidade precisa-se

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Proximidade precisa-se

A proximidade é a linguagem do cristianismo. Não é um adorno da fé, nem uma categoria pastoral simpática. É a forma concreta como Deus escolheu entrar no mundo. Cristo é proximidade. Cura em proximidade, fala em proximidade, escuta em proximidade, olha em proximidade. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Ateísmo e crise ecológica

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Ateísmo e crise ecológica

«A destruição niilista da natureza é o ateísmo posto em prática», escreveu o teólogo Jürgen Moltmann. Trata-se, acima de tudo, do ateísmo prático: a atitude que trata a natureza como simples recurso disponível, explorável sem limites, como se não houvera qualquer instância transcendente, perante a qual somos responsáveis. [Texto de Artur Morão].

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