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Artigos de Dina Matos Ferreira
A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

A sedução da omnipotência

A inteligência artificial entrou na nossa vida de mansinho e foi-se tornando imprescindível. Tomou conta da nossa atenção, reclama o nosso tempo, dá-nos rebuçados de ego a toda a hora, retira-nos das tensões relacionais e mostra-nos que é possível viver sem elas. Dá-nos respostas para tudo, tornando os outros progressivamente redundantes, lentos ou obsoletos. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Um chão onde voltar

[Trago comigo - 9]

Um chão onde voltar

Publicamos a seguir o nono texto da rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Neste texto Dina Matos Ferreira fala-nos das férias enquanto chão intergeracional de convívio e maturação onde a sua geração se construiu.

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

Proximidade precisa-se

A proximidade é a linguagem do cristianismo. Não é um adorno da fé, nem uma categoria pastoral simpática. É a forma concreta como Deus escolheu entrar no mundo. Cristo é proximidade. Cura em proximidade, fala em proximidade, escuta em proximidade, olha em proximidade. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

A civilização amedrontada

Vivemos numa Europa em sobressalto. Tem medo das guerras, das pandemias, das crises, do fim do planeta, do fim de si mesma. E essa avalanche de medos diz hoje mais respeito ao futuro do que ao que efetivamente nos é dado viver, no nosso tempo e no nosso espaço. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

Os templos depois do fim

Uma das impressões mais profundas e duradouras ao visitar Maastricht – bela, ordenada, silenciosamente perfeita – é a forma como a cidade, outrora bastião católico da Contra-Reforma, se metamorfoseou num altar estético. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

Burocracia e alma

“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

A Europa tem alma?

Numa recente visita à casa e ao atelier da dinastia de editores Plantin-Moretus, em Antuérpia – ativos do século XVI ao final do século XIX – deparei-me, como um vendaval a irromper por uma janela aberta, com o rasto da alma europeia. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

A sedução da omnipotência

A inteligência artificial entrou na nossa vida de mansinho e foi-se tornando imprescindível. Tomou conta da nossa atenção, reclama o nosso tempo, dá-nos rebuçados de ego a toda a hora, retira-nos das tensões relacionais e mostra-nos que é possível viver sem elas. Dá-nos respostas para tudo, tornando os outros progressivamente redundantes, lentos ou obsoletos. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Um chão onde voltar

[Trago comigo - 9]

Um chão onde voltar

Publicamos a seguir o nono texto da rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Neste texto Dina Matos Ferreira fala-nos das férias enquanto chão intergeracional de convívio e maturação onde a sua geração se construiu.

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

Proximidade precisa-se

A proximidade é a linguagem do cristianismo. Não é um adorno da fé, nem uma categoria pastoral simpática. É a forma concreta como Deus escolheu entrar no mundo. Cristo é proximidade. Cura em proximidade, fala em proximidade, escuta em proximidade, olha em proximidade. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

A civilização amedrontada

Vivemos numa Europa em sobressalto. Tem medo das guerras, das pandemias, das crises, do fim do planeta, do fim de si mesma. E essa avalanche de medos diz hoje mais respeito ao futuro do que ao que efetivamente nos é dado viver, no nosso tempo e no nosso espaço. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

Os templos depois do fim

Uma das impressões mais profundas e duradouras ao visitar Maastricht – bela, ordenada, silenciosamente perfeita – é a forma como a cidade, outrora bastião católico da Contra-Reforma, se metamorfoseou num altar estético. [Texto de Dina Matos Ferreira].

A sedução da omnipotência

[Entre Margens]

Burocracia e alma

“A burocracia enterra-nos a sensatez. Nós, almas portuguesas, gostamos de questionar. Questionar, até filosoficamente, em que empregamos o tempo, e resmungar por princípio, porque, graças a Deus, temos o coração ligado ao cérebro e percebemos os impactos que tudo nos provoca.” – A reflexão de Dina Matos Ferreira

A sedução da omnipotência

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A Europa tem alma?

Numa recente visita à casa e ao atelier da dinastia de editores Plantin-Moretus, em Antuérpia – ativos do século XVI ao final do século XIX – deparei-me, como um vendaval a irromper por uma janela aberta, com o rasto da alma europeia. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Últimas Notícias

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Recém-criada Aliança Inter-Religiosa pela Paz apela ao envolvimento de todos

“Chuva Pacífica”

Recém-criada Aliança Inter-Religiosa pela Paz apela ao envolvimento de todos novidade

“Uma única gota de chuva parece insignificante. Não pode apagar um incêndio. Não pode parar uma guerra. Não pode curar todas as feridas da história. Mas uma multidão de gotas pode humedecer a terra seca e permitir que uma nova vida brote dela. O mesmo acontece com a construção da paz”. É com esta imagem de um simples pingo de chuva que acaba de ser constituída na cidade croata de Rijeka a Aliança Mediterrânea para a Paz.

A floresta ensina que tudo tem o seu tempo

Testemunho

A floresta ensina que tudo tem o seu tempo novidade

Nasci no Uganda há quase 37 anos e estou ao serviço na Missão Catrimani, localizada no coração da floresta amazónica, no Brasil. Chamo-me Bob Mulega e sou padre Missionário da Consolata desde os meus 31 anos. Quando, em 2019, cheguei à Missão Catrimani, e entrei em contacto com o povo indígena yanomami, acreditava que a missão consistia sobretudo em aprender uma nova língua, compreender a cultura do povo e anunciar o Evangelho através da presença e da convivência. ( Texto de Bob Mulega].

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