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Sínodo não tem princípio nem fim

[Entre Margens]

Sínodo não tem princípio nem fim

O caminho sinodal não se limita a um momento específico, mas constitui um processo contínuo de escuta, empenhamento e participação. A Igreja permanece sempre em caminho, procurando reconhecer, à luz do Evangelho, os desafios do presente e as respostas que o Espírito Santo lhe inspira. [Texto de Joaquim Armindo].

“Magnifica Humanitas”: a humanidade enquanto projecto em que a presença de Deus é o cerne

[Entre Margens]

“Magnifica Humanitas”: a humanidade enquanto projecto em que a presença de Deus é o cerne

Esta primeira encíclica de Leão XIV situa-se na linhagem do pensamento social da Igreja Católica, começando por referir o primeiro texto que formula uma doutrina – a Rerum Novarum de Leão XIII, de 1891. Segue-se uma panorâmica da Doutrina Social da Igreja, da qual é apresentada uma brilhante e utilíssima síntese (§28-45), que vai até ao Papa Francisco. [Texto de Isabel Allegro Magalhães].

Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)

[Ensaio]

Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)

Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.

Transhumanismo

[Crónica da Europa]

Transhumanismo

O bom Papa Leão XIV publicou a 15 de maio de 2026 a carta Magnifica Humanitas, onde reflete sobre como nos proteger na era da IA, “as coisas novas” do século XXI. Pede que não deixemos a tecnologia roubar-nos o coração nem a capacidade de distinguir entre o bem e o mal. A IA deve estar ao serviço do humano e não ao contrário. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

[À Margem]

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”

Ser família

[Entre Margens]

Ser família

 Reflexão baseada no texto do Evangelho de S. Lucas 15:11-32. Lucas conta-nos que a parábola do Filho Pródigo, dita por Jesus. Está integrada num conjunto de três estórias, para ilustrar a situação dos religiosos judeus, que estavam espiritualmente perdidos (caso da ovelha e da dracma) e longe de Deus (caso do filho pródigo). [Texto de José Brissos-Lino].

“Magnifica Humanitas”: quando Roma olha para os algoritmos

A encíclica lida pela IA

“Magnifica Humanitas”: quando Roma olha para os algoritmos

“Há um paradoxo silencioso no centro da encíclica Magnifica Humanitas, publicada a 15 de maio de 2026 pelo Papa Leão XIV: o documento que mais diretamente enfrenta a era digital é também, na sua estrutura e linguagem, profundamente anti-digital.” – Eis uma análise feita pela própria pela Inteligência Artificial (Claude) à nova encíclica.

“Magnifica Humanitas”: a humanidade enquanto projecto em que a presença de Deus é o cerne

[Entre Margens]

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Esta primeira encíclica de Leão XIV situa-se na linhagem do pensamento social da Igreja Católica, começando por referir o primeiro texto que formula uma doutrina – a Rerum Novarum de Leão XIII, de 1891. Segue-se uma panorâmica da Doutrina Social da Igreja, da qual é apresentada uma brilhante e utilíssima síntese (§28-45), que vai até ao Papa Francisco. [Texto de Isabel Allegro Magalhães].

Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)

[Ensaio]

Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)

Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.

Transhumanismo

[Crónica da Europa]

Transhumanismo

O bom Papa Leão XIV publicou a 15 de maio de 2026 a carta Magnifica Humanitas, onde reflete sobre como nos proteger na era da IA, “as coisas novas” do século XXI. Pede que não deixemos a tecnologia roubar-nos o coração nem a capacidade de distinguir entre o bem e o mal. A IA deve estar ao serviço do humano e não ao contrário. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

[À Margem]

A “Magnifica Humanitas” na imprensa

“Ninguém diria que uma encíclica papal se poderia apresentar como um tema jornalisticamente relevante. E, no entanto, na terça-feira, abundaram os jornais que, em muitos cantos do planeta, dedicaram à Magnifica Humanitas, a primeira encíclica do Papa Leão XIV, um espaço significativo nas primeiras páginas.”

Ser família

[Entre Margens]

Ser família

 Reflexão baseada no texto do Evangelho de S. Lucas 15:11-32. Lucas conta-nos que a parábola do Filho Pródigo, dita por Jesus. Está integrada num conjunto de três estórias, para ilustrar a situação dos religiosos judeus, que estavam espiritualmente perdidos (caso da ovelha e da dracma) e longe de Deus (caso do filho pródigo). [Texto de José Brissos-Lino].

“Magnifica Humanitas”: quando Roma olha para os algoritmos

A encíclica lida pela IA

“Magnifica Humanitas”: quando Roma olha para os algoritmos

“Há um paradoxo silencioso no centro da encíclica Magnifica Humanitas, publicada a 15 de maio de 2026 pelo Papa Leão XIV: o documento que mais diretamente enfrenta a era digital é também, na sua estrutura e linguagem, profundamente anti-digital.” – Eis uma análise feita pela própria pela Inteligência Artificial (Claude) à nova encíclica.

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