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Estafetas no fio da navalha

[Entre Margens]

Estafetas no fio da navalha

Há uma situação que, para mim, começa a ser difícil de explicar sem recorrer à ironia: centenas de estafetas têm conseguido, nos tribunais portugueses, o reconhecimento do seu vínculo laboral com as plataformas digitais. Ou seja, a Justiça diz, em determinadas decisões, que ali existe uma relação de trabalho. [Texto de Marcel Borges, presidente da Associação dos Imigrantes e Trabalhadores por Aplicação]

Cães como nós ou nós como cães?

[Entre Margens]

Cães como nós ou nós como cães?

Este título faz alusão à obra de Manuel Alegre, Cão como Nós, um texto em que o autor relata a forte ligação afetiva entre o escritor, a sua família e o seu cão, relatando a sua relação e a observação do modo como animal é protetor, consola os donos e percebe as suas emoções. [Texto de Margarida Rocha e Melo].

Um regressado coliseu de roma

[Crónica]

Um regressado coliseu de roma

Albufeira não comemorou o 25 de Abril – nem um cravo ao peito de alguém. Uma palavra de respeito, uma fagulha, sequer, de gratidão pelos dias vividos na sequência da mão beijada. Este ano, a minha cidade não homenageou a revolução que devolveu oxigénio aos pulmões do país. Asfixiemos. [Artigo de Ana Sofia Brito]

O Jesus que perdemos pelo caminho

[Entre Margens]

O Jesus que perdemos pelo caminho

Dois mil anos separam-nos da figura histórica de Jesus. É impressionante pensar que alguém que viveu quase sempre em Nazaré, pregou junto ao Mar da Galileia e caminhou por estradas poeirentas tenha sido tão profundamente transformado no nosso imaginário. [Texto de Vítor Rafael].

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

[Justamente católica]

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

Em 2025, em resposta a um pedido para que houvesse mais mulheres em cargos de liderança e para a ordenação de mulheres como diáconos, o Papa Leão indicou que a «cultura» era um fator determinante. Ele não especificou qual a «cultura» que impedia a aceitação de mulheres como gestoras profissionais ou ministras ordenadas. A maior barreira contra as mulheres na Igreja atravessa todas as fronteiras territoriais. É a cultura do clericalismo. [Texto de Phyllis Zagano]

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

[Entre Margens]

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

A Alienação Parental (AP[1]) não é um ato isolado, mas um processo que pode culminar em formas severas de abuso psicológico. Num extremo, o progenitor alienador não se limita a denegrir a figura do outro, mas manipula e reconstrói a narrativa da criança (filho ou filha), levando-a a acreditar e a verbalizar vivências traumáticas que nunca ocorreram ou a lembrar-se delas de forma totalmente distorcida. [Texto de Margarida Cordo9.

Ainda podemos rir?

Ainda podemos rir?

“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”

A paz obriga a um trabalho árduo

[Entre Margens]

A paz obriga a um trabalho árduo

Uma das características do pontificado de Leão XIV tem sido a afirmação de uma cultura de paz na cena internacional, contra os instintos belicistas e as “demonstrações de força”. “Basta de idolatria do ego e do dinheiro! Basta das demonstrações de força! Basta de guerra! A verdadeira força manifesta-se em servir a vida”´. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].

Cães como nós ou nós como cães?

[Entre Margens]

Cães como nós ou nós como cães?

Este título faz alusão à obra de Manuel Alegre, Cão como Nós, um texto em que o autor relata a forte ligação afetiva entre o escritor, a sua família e o seu cão, relatando a sua relação e a observação do modo como animal é protetor, consola os donos e percebe as suas emoções. [Texto de Margarida Rocha e Melo].

Um regressado coliseu de roma

[Crónica]

Um regressado coliseu de roma

Albufeira não comemorou o 25 de Abril – nem um cravo ao peito de alguém. Uma palavra de respeito, uma fagulha, sequer, de gratidão pelos dias vividos na sequência da mão beijada. Este ano, a minha cidade não homenageou a revolução que devolveu oxigénio aos pulmões do país. Asfixiemos. [Artigo de Ana Sofia Brito]

O Jesus que perdemos pelo caminho

[Entre Margens]

O Jesus que perdemos pelo caminho

Dois mil anos separam-nos da figura histórica de Jesus. É impressionante pensar que alguém que viveu quase sempre em Nazaré, pregou junto ao Mar da Galileia e caminhou por estradas poeirentas tenha sido tão profundamente transformado no nosso imaginário. [Texto de Vítor Rafael].

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

[Justamente católica]

Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco

Em 2025, em resposta a um pedido para que houvesse mais mulheres em cargos de liderança e para a ordenação de mulheres como diáconos, o Papa Leão indicou que a «cultura» era um fator determinante. Ele não especificou qual a «cultura» que impedia a aceitação de mulheres como gestoras profissionais ou ministras ordenadas. A maior barreira contra as mulheres na Igreja atravessa todas as fronteiras territoriais. É a cultura do clericalismo. [Texto de Phyllis Zagano]

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

[Entre Margens]

Alienação parental, falsas memórias e erro judiciário

A Alienação Parental (AP[1]) não é um ato isolado, mas um processo que pode culminar em formas severas de abuso psicológico. Num extremo, o progenitor alienador não se limita a denegrir a figura do outro, mas manipula e reconstrói a narrativa da criança (filho ou filha), levando-a a acreditar e a verbalizar vivências traumáticas que nunca ocorreram ou a lembrar-se delas de forma totalmente distorcida. [Texto de Margarida Cordo9.

Ainda podemos rir?

Ainda podemos rir?

“Ainda podemos rir? Perante as guerras do mundo, as tragédias da fome, o desespero de quem foge da miséria e dos conflitos, vale a pena ainda o riso?”

A paz obriga a um trabalho árduo

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A paz obriga a um trabalho árduo

Uma das características do pontificado de Leão XIV tem sido a afirmação de uma cultura de paz na cena internacional, contra os instintos belicistas e as “demonstrações de força”. “Basta de idolatria do ego e do dinheiro! Basta das demonstrações de força! Basta de guerra! A verdadeira força manifesta-se em servir a vida”´. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins].

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