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Jorge Palma (1950-2026): Encosta-te a mim

Evocação

Jorge Palma (1950-2026): Encosta-te a mim

Jorge: Tão cedo partes (76 anos, apenas um ano menos do que eu, mas parece tão cedo), praticamente dois meses depois do amigo Luís Represas. Escrevo-te esta carta que já não irás ler (ou irás?). Sem evidentemente tomares consciência disso foste meu amigo, meu irmão.

Políticos armados em pregadores

[Entre Margens]

Políticos armados em pregadores

“A religião deve ser como o sal na comida; nem muito nem pouco: só o preciso.” A frase é atribuída a D. António Alves Martins, que foi bispo de Viseu de 1862 a 1882, mas antes disso, na juventude, participou na luta entre liberais e absolutistas, na primeira metade do século XIX. Tomou partido pelo lado liberal e chegou a ser condenado à morte no local onde mais tarde foi implantada a sua estátua, que tem inscrita aquela frase. [Texto de Silas de Oliveira].

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

[Entre Margens]

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

Uma organização que se reclama herdeira fiel do monoteísmo hebraico acabou por construir uma política que contradiz frontalmente o espírito do judaísmo rabínico e o comportamento histórico do próprio Jesus de Nazaré. A mudança feita pelos líderes das Testemunhas de Jeová, a 20 de março de 2026, tornou essa contradição impossível de ignorar. (Texto de António Madaleno].

“Encantado jardim da minha infância”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

A defesa da vida não é uma causa perdida

[Entre Margens]

A defesa da vida não é uma causa perdida

Participei em mais uma “Caminhada pela Vida” (ou “Marcha pela Vida”, como agora se designa), uma iniciativa que, desde há vários anos se vem repetindo anualmente em várias cidades do nosso país (este ano foram doze). Impressionou-me a presença de uma grande maioria de jovens, que vai crescendo de ano para ano. Jovens nascidos já depois das polémicas que conduziram ao quadro legal que nos rege. [Texto Pedro Vaz Patto].

Políticos armados em pregadores

[Entre Margens]

Políticos armados em pregadores

“A religião deve ser como o sal na comida; nem muito nem pouco: só o preciso.” A frase é atribuída a D. António Alves Martins, que foi bispo de Viseu de 1862 a 1882, mas antes disso, na juventude, participou na luta entre liberais e absolutistas, na primeira metade do século XIX. Tomou partido pelo lado liberal e chegou a ser condenado à morte no local onde mais tarde foi implantada a sua estátua, que tem inscrita aquela frase. [Texto de Silas de Oliveira].

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

[Entre Margens]

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

Uma organização que se reclama herdeira fiel do monoteísmo hebraico acabou por construir uma política que contradiz frontalmente o espírito do judaísmo rabínico e o comportamento histórico do próprio Jesus de Nazaré. A mudança feita pelos líderes das Testemunhas de Jeová, a 20 de março de 2026, tornou essa contradição impossível de ignorar. (Texto de António Madaleno].

“Encantado jardim da minha infância”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

A defesa da vida não é uma causa perdida

[Entre Margens]

A defesa da vida não é uma causa perdida

Participei em mais uma “Caminhada pela Vida” (ou “Marcha pela Vida”, como agora se designa), uma iniciativa que, desde há vários anos se vem repetindo anualmente em várias cidades do nosso país (este ano foram doze). Impressionou-me a presença de uma grande maioria de jovens, que vai crescendo de ano para ano. Jovens nascidos já depois das polémicas que conduziram ao quadro legal que nos rege. [Texto Pedro Vaz Patto].

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