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Deus morreu em Auschwitz?

[Entre Margens]

Deus morreu em Auschwitz?

Muitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].

Palavra, tradição e razão

[Entre Margens]

Palavra, tradição e razão

Um triângulo onde assenta toda a nossa fé em Jesus de Nazaré: a Palavra, a Tradição e a Razão. A Palavra é, antes de tudo, o instrumento fundamental da comunicação humana, permitindo-nos expressar pensamentos, sentimentos e intenções. Mas é a Palavra aquela que nos é comunicada por Deus. [Texto de Joaquim Armindo].

Ramadão: reflexão, renovação e fé

[Entre Margens]

Ramadão: reflexão, renovação e fé

Para quem observa de fora, o Ramadão pode parecer apenas um ritual religioso. Mas, na sua essência, é uma escola de humanidade. Ensina disciplina, gratidão, autocontrolo, generosidade e compaixão. Recorda-nos que o verdadeiro crescimento não está no excesso, mas no equilíbrio; não no ruído, mas no silêncio; não apenas no que possuímos, mas no que somos capazes de partilhar. [Texto de Mohammed Ibrahim].

Reconstruir a Esperança

[Entre Margens]

Reconstruir a Esperança

Com a modernidade e a pós-modernidade surge um conflito entre a vida e o seu significado, causado pelos problemas centrais da civilização ocidental. O fim das metanarrativas que levavam à construção de ideais ao serviço de princípios e valores comuns, ou seja, o fim de qualquer universal de pensamento, leva a uma visão totalmente individual do sujeito autónomo, que cria a sua própria identidade, mas que não resiste às modas, à “mesmidade”, ao pensamento único. [Texto de Maria do Céu Sousa Fernandes].

‘a’ de alerta – um alerta vermelho

[Dicionário particular III]

‘a’ de alerta – um alerta vermelho

Os meteorologistas afirmavam que a situação iria ser grave e complexa e atribuíram um alerta vermelho, daqueles que deveriam fazer-nos parar a todos. A informação sobre o fenómeno chega-nos, pelas redes sociais e televisões, em termos técnicos que poucos dominam: ciclogénese explosiva. Sabe lá o cidadão comum que isso é uma espécie de bomba, um fenómeno capaz de virar um território do avesso. [Texto de Júlia Costa].

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

[Entre Margens]

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

Acredito, de forma simples e teimosa, que a oração tem poder e que a conversão salva. Não apenas os crentes, mas também os homens e mulheres de boa vontade. A conversão, a mudança interior que nos desloca do conforto para a responsabilidade, é para todos. E há muitas formas de a viver: rezando, meditando, refletindo, silenciando, escutando. [Texto de Rita Reino].

Dia Mundial dos Doentes, de aflitos e lamentações

[Entre Margens]

Dia Mundial dos Doentes, de aflitos e lamentações

O Dia Mundial dos Doentes também pede urgência de ação nas relações de proximidade a pessoas doentes, em sofrimento e necessidade. Assim fez o terceiro, (um em três!), o estrangeiro compassivo que se aproximou e se tornou próximo do ferido e roubado no caminho de Jericó; e não os dois nacionais (dois em três!), que passaram ao largo de coração frio e indiferença pelo sofrer do ferido (cf. Parábola, Lc. 10). [Texto de Aires Gameiro].

Palavra, tradição e razão

[Entre Margens]

Palavra, tradição e razão

Um triângulo onde assenta toda a nossa fé em Jesus de Nazaré: a Palavra, a Tradição e a Razão. A Palavra é, antes de tudo, o instrumento fundamental da comunicação humana, permitindo-nos expressar pensamentos, sentimentos e intenções. Mas é a Palavra aquela que nos é comunicada por Deus. [Texto de Joaquim Armindo].

Ramadão: reflexão, renovação e fé

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Ramadão: reflexão, renovação e fé

Para quem observa de fora, o Ramadão pode parecer apenas um ritual religioso. Mas, na sua essência, é uma escola de humanidade. Ensina disciplina, gratidão, autocontrolo, generosidade e compaixão. Recorda-nos que o verdadeiro crescimento não está no excesso, mas no equilíbrio; não no ruído, mas no silêncio; não apenas no que possuímos, mas no que somos capazes de partilhar. [Texto de Mohammed Ibrahim].

Reconstruir a Esperança

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Reconstruir a Esperança

Com a modernidade e a pós-modernidade surge um conflito entre a vida e o seu significado, causado pelos problemas centrais da civilização ocidental. O fim das metanarrativas que levavam à construção de ideais ao serviço de princípios e valores comuns, ou seja, o fim de qualquer universal de pensamento, leva a uma visão totalmente individual do sujeito autónomo, que cria a sua própria identidade, mas que não resiste às modas, à “mesmidade”, ao pensamento único. [Texto de Maria do Céu Sousa Fernandes].

‘a’ de alerta – um alerta vermelho

[Dicionário particular III]

‘a’ de alerta – um alerta vermelho

Os meteorologistas afirmavam que a situação iria ser grave e complexa e atribuíram um alerta vermelho, daqueles que deveriam fazer-nos parar a todos. A informação sobre o fenómeno chega-nos, pelas redes sociais e televisões, em termos técnicos que poucos dominam: ciclogénese explosiva. Sabe lá o cidadão comum que isso é uma espécie de bomba, um fenómeno capaz de virar um território do avesso. [Texto de Júlia Costa].

Quando a oração e a conversão encontram o mundo

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Quando a oração e a conversão encontram o mundo

Acredito, de forma simples e teimosa, que a oração tem poder e que a conversão salva. Não apenas os crentes, mas também os homens e mulheres de boa vontade. A conversão, a mudança interior que nos desloca do conforto para a responsabilidade, é para todos. E há muitas formas de a viver: rezando, meditando, refletindo, silenciando, escutando. [Texto de Rita Reino].

Dia Mundial dos Doentes, de aflitos e lamentações

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Dia Mundial dos Doentes, de aflitos e lamentações

O Dia Mundial dos Doentes também pede urgência de ação nas relações de proximidade a pessoas doentes, em sofrimento e necessidade. Assim fez o terceiro, (um em três!), o estrangeiro compassivo que se aproximou e se tornou próximo do ferido e roubado no caminho de Jericó; e não os dois nacionais (dois em três!), que passaram ao largo de coração frio e indiferença pelo sofrer do ferido (cf. Parábola, Lc. 10). [Texto de Aires Gameiro].

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