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Quando os livros nos trazem memórias de infância

Trago comigo (13)

Quando os livros nos trazem memórias de infância

Publicamos a seguir o décimo terceiro texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. O texto, de Dulce Vilas Boas, fala-nos de livros e de “Ernestina” de José Rentes de Carvalho.

Andando por esta cidade e olhando, vendo e reparando…

[Entre Margens]

Andando por esta cidade e olhando, vendo e reparando…

Porque aqueles que precisam não pedem, não clamam, não gritam, não têm quem os atire a tempo para o tanque de Betesda, quem os eleve para o telhado e os coloque em frente do Mestre? Porque aqueles a quem Cristo deu esse poder, não querem? Nem pensam nisso? Não têm Fé? Porque eu, que penso, que vejo, e sofro e queria cumprir o mandato, exercer o poder que Cristo me deu, embora querendo, a minha Fé nem é como um grão de mostarda? [Texto de Serafim Falcão].

A posição e a função

[Sete Partidas]

A posição e a função

Uma posição abriu. Uma pessoa candidata-se a uma posição. A pessoa tem uma posição. A pessoa quer subir de posição. Esta é uma nomenclatura que não existiu na minha infância. Os adultos tinham um trabalho. No trabalho trabalhavam. Os pais tentavam ir aproximando-se de casa, mudando o local de trabalho, de escola no caso. O trabalho era necessário, nem sempre agradável, mas estruturador da vida e da sociedade. [Texto de Inês Patrício].

Manifestação do Sol à noite branca

[Metáforas vivas]

Manifestação do Sol à noite branca

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de janeiro, [Epifania do Senhor ― a ― 2026, com rito de admissão à ordem do diaconado], proferida pelo P. Joaquim Félix na paróquia de Areias (S. Tiago), Santo Tirso, no arciprestado de Vila Nova de Famalicão.

Niceia: unidade ou uniformidade?

[Entre Margens]

Niceia: unidade ou uniformidade?

Passaram 1700 anos sobre o primeiro concílio ecuménico do cristianismo, convocado pelo imperador e realizado na cidade de Niceia, na atual Turquia (325 d.C.). O papa Leão XIV deslocou-se em 28 de novembro a Iznik (antiga Niceia) para assinalar a data, em conjunto com os líderes de muitas outras igrejas cristãs. [Texto de Jorge Paulo].

O encanto do Natal para todos

[A Palavra e a Vida]

O encanto do Natal para todos

Ainda encantados com a ternura entranhável das celebrações litúrgicas e humanas do Natal, a meio do tempo festivo que se conclui com o Baptismo de Jesus, continuamos a meditar o mistério que o envolve. Desde o primeiro atestado histórico da celebração do Natal de Jesus no dia 25 de Dezembro, proveniente do ano 354, a evolução da festa oferece agora aos comentadores um grandioso quadro. [Texto de Armindo Vaz, OCD]

Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Não violência ativa e legítima defesa

Num tempo em que os ventos sopram no sentido da preparação para a guerra como uma inevitabilidade e do reforço do armamento como fundamento da paz, a nota da Conferência Episcopal Italiana “Educare a una pace disarmata e disarmante”, pela rejeição da legitimidade da guerra merece reflexão. [Texto de Pedro Vaz Patto]

Um só indivíduo pode mudar o curso da história mundial

Edgar Morin e as Lições da História (3/3)

Um só indivíduo pode mudar o curso da história mundial

Lições da História (edição Crítica) é a última obra de Edgar Morin. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, o segundo acerca da natureza “tão humana e tão desumana” da guerra; este último é sobre a capacidade de alguns indivíduos para mudarem o curso da história mundial.

Andando por esta cidade e olhando, vendo e reparando…

[Entre Margens]

Andando por esta cidade e olhando, vendo e reparando…

Porque aqueles que precisam não pedem, não clamam, não gritam, não têm quem os atire a tempo para o tanque de Betesda, quem os eleve para o telhado e os coloque em frente do Mestre? Porque aqueles a quem Cristo deu esse poder, não querem? Nem pensam nisso? Não têm Fé? Porque eu, que penso, que vejo, e sofro e queria cumprir o mandato, exercer o poder que Cristo me deu, embora querendo, a minha Fé nem é como um grão de mostarda? [Texto de Serafim Falcão].

A posição e a função

[Sete Partidas]

A posição e a função

Uma posição abriu. Uma pessoa candidata-se a uma posição. A pessoa tem uma posição. A pessoa quer subir de posição. Esta é uma nomenclatura que não existiu na minha infância. Os adultos tinham um trabalho. No trabalho trabalhavam. Os pais tentavam ir aproximando-se de casa, mudando o local de trabalho, de escola no caso. O trabalho era necessário, nem sempre agradável, mas estruturador da vida e da sociedade. [Texto de Inês Patrício].

Manifestação do Sol à noite branca

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Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de janeiro, [Epifania do Senhor ― a ― 2026, com rito de admissão à ordem do diaconado], proferida pelo P. Joaquim Félix na paróquia de Areias (S. Tiago), Santo Tirso, no arciprestado de Vila Nova de Famalicão.

Niceia: unidade ou uniformidade?

[Entre Margens]

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Passaram 1700 anos sobre o primeiro concílio ecuménico do cristianismo, convocado pelo imperador e realizado na cidade de Niceia, na atual Turquia (325 d.C.). O papa Leão XIV deslocou-se em 28 de novembro a Iznik (antiga Niceia) para assinalar a data, em conjunto com os líderes de muitas outras igrejas cristãs. [Texto de Jorge Paulo].

O encanto do Natal para todos

[A Palavra e a Vida]

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Ainda encantados com a ternura entranhável das celebrações litúrgicas e humanas do Natal, a meio do tempo festivo que se conclui com o Baptismo de Jesus, continuamos a meditar o mistério que o envolve. Desde o primeiro atestado histórico da celebração do Natal de Jesus no dia 25 de Dezembro, proveniente do ano 354, a evolução da festa oferece agora aos comentadores um grandioso quadro. [Texto de Armindo Vaz, OCD]

Não violência ativa e legítima defesa

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Lições da História (edição Crítica) é a última obra de Edgar Morin. Por sugestão e acordo com a editora, o 7MARGENS publica três excertos deste livro. O primeiro foi sobre a importância dos mitos, o segundo acerca da natureza “tão humana e tão desumana” da guerra; este último é sobre a capacidade de alguns indivíduos para mudarem o curso da história mundial.

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