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O que o escutismo pode ensinar à paróquia

[Entre Margens]

O que o escutismo pode ensinar à paróquia

Sou escuteiro há 45 anos, por isso escrevo isto de dentro: tudo é vivido como jogo – a patrulha, as atividades, os conselhos, o desenvolvimento pessoal, a liderança – mas ninguém confunde jogo com superficialidade. Pelo contrário: é precisamente através do jogo que se aprende a responsabilidade, a escuta, o serviço e a pertença. [Texto de Diogo Assunção].

‘r’ de Rentes – Rentes de Carvalho e a Bela (Europa) Adormecida

[Dicionário particular II]

‘r’ de Rentes – Rentes de Carvalho e a Bela (Europa) Adormecida

Ao assistir a notícias e comentários fico, quase sempre, com a sensação de que a Europa se transformou numa sala de espera sem médico: cadeiras alinhadas, silêncio desconfortável e um relógio onde as horas vão passando, mas que não avança no tempo. É uma sala limpa, climatizada, civilizada, mas onde ninguém sabe ao certo quem chamou quem, nem para quê. [Texto de Júlia Costa].

A Comissão Independente e a Igreja em Portugal perante os abusos

[Entre Margens - Debate]

A Comissão Independente e a Igreja em Portugal perante os abusos

Li com muita atenção o texto do padre Edgar Clara O contraditório necessário: a Comissão Independente e os dados validados, relativo a um artigo que publiquei em 24 de outubro no 7MARGENS intitulado Abusos sexuais, vítimas e compensações financeiras: por ponde anda a Igreja Católica em Portugal?
Agradeço o cuidado que pôs em exprimir os seus pontos de vista e tenho gosto em responder. [Texto de Ana Nunes de Almeida].

Sinodalidade, uma oportunidade perdida?

[Entre Margens]

Sinodalidade, uma oportunidade perdida?

A história das religiões é inseparável da história das ideias, da organização comunitária e da construção dos parâmetros éticos. A forma como as religiões se estruturam impacta na forma como as sociedades se organizam e gerem. Mas há também uma inquestionável simbiose entre a religião e a política [Texto de Joaquim Franco].

Rota da Seda ou dos Cavalos?

[Crónica da Europa]

Rota da Seda ou dos Cavalos?

É curioso notar como, dois mil anos depois, o termo se tornou arma retórica. A China de Xi Jinping recupera a imaginária “Rota da Seda” como símbolo de continuidade histórica e destino manifesto, associando projetos de investimento e influência à ideia de uma missão civilizacional eterna. Há eficácia política nessa narrativa — mas também uma ironia histórica. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A libertação pela verdade num tempo de pós-verdade

[Entre Margens]

A libertação pela verdade num tempo de pós-verdade

Em 2007, Reyhaneh Jabbari tinha 19 anos quando foi alvo de uma tentativa de violação que a levou a matar o atacante em legítima defesa, embora sem sequer se aperceber naquele momento de que este iria morrer. O instinto foi fugir, cruzando-se à porta com um segundo homem que talvez se preparasse para ser um segundo abusador. [Texto de Fátima Moura da Silva].

‘q’ de quando – quando a Igreja trava o tempo de Deus

[Dicionário particular II]

‘q’ de quando – quando a Igreja trava o tempo de Deus

O diaconado é o ministério do serviço. Um diácono não é um sacerdote, mas proclama o Evangelho, acompanha os fiéis, batiza, testemunha casamentos e preside a funerais. É o ministério da proximidade, da humildade, da disponibilidade. Ora, quem melhor do que as mulheres, que sempre serviram na família, na comunidade, na invisibilidade, para encarnar o sacramento? [Texto de Júlia Costa].

‘r’ de Rentes – Rentes de Carvalho e a Bela (Europa) Adormecida

[Dicionário particular II]

‘r’ de Rentes – Rentes de Carvalho e a Bela (Europa) Adormecida

Ao assistir a notícias e comentários fico, quase sempre, com a sensação de que a Europa se transformou numa sala de espera sem médico: cadeiras alinhadas, silêncio desconfortável e um relógio onde as horas vão passando, mas que não avança no tempo. É uma sala limpa, climatizada, civilizada, mas onde ninguém sabe ao certo quem chamou quem, nem para quê. [Texto de Júlia Costa].

A Comissão Independente e a Igreja em Portugal perante os abusos

[Entre Margens - Debate]

A Comissão Independente e a Igreja em Portugal perante os abusos

Li com muita atenção o texto do padre Edgar Clara O contraditório necessário: a Comissão Independente e os dados validados, relativo a um artigo que publiquei em 24 de outubro no 7MARGENS intitulado Abusos sexuais, vítimas e compensações financeiras: por ponde anda a Igreja Católica em Portugal?
Agradeço o cuidado que pôs em exprimir os seus pontos de vista e tenho gosto em responder. [Texto de Ana Nunes de Almeida].

Sinodalidade, uma oportunidade perdida?

[Entre Margens]

Sinodalidade, uma oportunidade perdida?

A história das religiões é inseparável da história das ideias, da organização comunitária e da construção dos parâmetros éticos. A forma como as religiões se estruturam impacta na forma como as sociedades se organizam e gerem. Mas há também uma inquestionável simbiose entre a religião e a política [Texto de Joaquim Franco].

Rota da Seda ou dos Cavalos?

[Crónica da Europa]

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É curioso notar como, dois mil anos depois, o termo se tornou arma retórica. A China de Xi Jinping recupera a imaginária “Rota da Seda” como símbolo de continuidade histórica e destino manifesto, associando projetos de investimento e influência à ideia de uma missão civilizacional eterna. Há eficácia política nessa narrativa — mas também uma ironia histórica. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A libertação pela verdade num tempo de pós-verdade

[Entre Margens]

A libertação pela verdade num tempo de pós-verdade

Em 2007, Reyhaneh Jabbari tinha 19 anos quando foi alvo de uma tentativa de violação que a levou a matar o atacante em legítima defesa, embora sem sequer se aperceber naquele momento de que este iria morrer. O instinto foi fugir, cruzando-se à porta com um segundo homem que talvez se preparasse para ser um segundo abusador. [Texto de Fátima Moura da Silva].

‘q’ de quando – quando a Igreja trava o tempo de Deus

[Dicionário particular II]

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O diaconado é o ministério do serviço. Um diácono não é um sacerdote, mas proclama o Evangelho, acompanha os fiéis, batiza, testemunha casamentos e preside a funerais. É o ministério da proximidade, da humildade, da disponibilidade. Ora, quem melhor do que as mulheres, que sempre serviram na família, na comunidade, na invisibilidade, para encarnar o sacramento? [Texto de Júlia Costa].

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