Dossiês
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Ano Jubilar-800 anos da morte (2)
Francisco de Assis, profeta da ecologia integral
O Papa Leão XIV proclamou um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis (3 de Outubro de 1226). Com esse pretexto, o 7MARGENS publica uma série de 10 textos da autoria do franciscano Isidro Lamelas. Escritos de Francisco de Assis foram lidos na Via-Sacra com o Papa.
Papa evocado no 25 de Abril
Parlamento vota pesar por Francisco e quase todos os partidos o recordam com elogios
José Pedro Aguiar-Branco intervinha na cerimónia solene comemorativa do 51º aniversário do 25 de Abril, que decorreu na manhã desta sexta-feira, feriado nacional que celebra a instauração da democracia e da liberdade. Na sessão solene, só dois partidos – Chega e Iniciativa Liberal – não evocaram nem referiram o Papa Francisco.
Unido aos mais frágeis até ao fim
No funeral de Francisco, os últimos terão a última palavra
“São os filhos que se despedem do pai”
Palestina e Síria
Cristãos do Médio Oriente recordam Francisco como “voz dos esquecidos” e “pai dos refugiados”
A notícia da morte do Papa Francisco, ocorrida na segunda-feira no Vaticano, provocou uma onda de comoção nas comunidades cristãs da Terra Santa e Síria.
Comissão Justiça, Paz e Ecologia da CIRP
Papa quis uma «Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída»
A Comissão Justiça, Paz e Ecologia, da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CJPE-CIRP), dá “graças pela vida e testemunho do Papa Francisco” e reconhece-se “no seu apelo a uma Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída”.
Num dos seus últimos escritos
Papa Francisco: “A morte não é o fim de tudo, mas o início de algo”
“Ser ‘velho’ não significa ‘descartável’, como por vezes uma cultura degradada do descarte nos leva a pensar. Dizer ‘velho’, pelo contrário, significa dizer experiência, sabedoria, discernimento, ponderação, escuta, lentidão… Valores de que temos extrema necessidade!”. As palavras, das últimas escritas pelo Papa Francisco, constam no prefácio de um livro do cardeal Angelo Scola, prestes a ser publicado em Itália, e antecipado pelo jornal Avvenire.
Para honrar legado
Na Argentina, padres das favelas fazem “pacto de amor por Francisco”
“Profundamente comovidos” com a notícia da morte daquele que os inspirou e que trabalhou ao seu lado, os curas villeros – grupo de padres argentinos comprometidos com o trabalho pastoral nas periferias – defendem que “a melhor forma de reconhecer e agradecer ao Papa é pôr em prática os seus ensinamentos”. Assim, no próximo sábado, 26 de abril, farão um “pacto de amor por Francisco”, partindo em caravana para visitar “lugares que recordam a viagem de Francisco pelas periferias” de Buenos Aires.
“Vocabor Franciscus”
No passado dia 21 de abril, morreu o Papa que em 2013 era desconhecido da maioria dos católicos, apagando-se uma luz de esperança num mundo conturbadíssimo. Jorge Mario Bergoglio aceitou a eleição canónica para ser o sucessor de Bento XVI e compreendeu “(…) que estava em paz, tranquilo. «E como queres ser chamado?», perguntou ainda o cardeal [Re]. «Vocabor Franciscus.» Chamar-me-ei Francisco.” [Texto de Adriano Batista]
As palavras que deixou o Papa Francisco
Há determinados cargos, no mundo, cuja importância ultrapassa muito o número dos que pertencem à instituição que os seus titulares dirigem. Por essa importância, e pelas consequências que têm, todos tomamos partido, todos escolhemos e “votamos” em consciência quando é preciso encontrar um sucessor. [Texto de Silas de Oliveira].
Papa evocado no 25 de Abril
Parlamento vota pesar por Francisco e quase todos os partidos o recordam com elogios
José Pedro Aguiar-Branco intervinha na cerimónia solene comemorativa do 51º aniversário do 25 de Abril, que decorreu na manhã desta sexta-feira, feriado nacional que celebra a instauração da democracia e da liberdade. Na sessão solene, só dois partidos – Chega e Iniciativa Liberal – não evocaram nem referiram o Papa Francisco.
Unido aos mais frágeis até ao fim
No funeral de Francisco, os últimos terão a última palavra
“São os filhos que se despedem do pai”
Palestina e Síria
Cristãos do Médio Oriente recordam Francisco como “voz dos esquecidos” e “pai dos refugiados”
A notícia da morte do Papa Francisco, ocorrida na segunda-feira no Vaticano, provocou uma onda de comoção nas comunidades cristãs da Terra Santa e Síria.
Comissão Justiça, Paz e Ecologia da CIRP
Papa quis uma «Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída»
A Comissão Justiça, Paz e Ecologia, da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CJPE-CIRP), dá “graças pela vida e testemunho do Papa Francisco” e reconhece-se “no seu apelo a uma Igreja pobre com os pobres, sinodal e em saída”.
Num dos seus últimos escritos
Papa Francisco: “A morte não é o fim de tudo, mas o início de algo”
“Ser ‘velho’ não significa ‘descartável’, como por vezes uma cultura degradada do descarte nos leva a pensar. Dizer ‘velho’, pelo contrário, significa dizer experiência, sabedoria, discernimento, ponderação, escuta, lentidão… Valores de que temos extrema necessidade!”. As palavras, das últimas escritas pelo Papa Francisco, constam no prefácio de um livro do cardeal Angelo Scola, prestes a ser publicado em Itália, e antecipado pelo jornal Avvenire.
Para honrar legado
Na Argentina, padres das favelas fazem “pacto de amor por Francisco”
“Profundamente comovidos” com a notícia da morte daquele que os inspirou e que trabalhou ao seu lado, os curas villeros – grupo de padres argentinos comprometidos com o trabalho pastoral nas periferias – defendem que “a melhor forma de reconhecer e agradecer ao Papa é pôr em prática os seus ensinamentos”. Assim, no próximo sábado, 26 de abril, farão um “pacto de amor por Francisco”, partindo em caravana para visitar “lugares que recordam a viagem de Francisco pelas periferias” de Buenos Aires.
“Vocabor Franciscus”
No passado dia 21 de abril, morreu o Papa que em 2013 era desconhecido da maioria dos católicos, apagando-se uma luz de esperança num mundo conturbadíssimo. Jorge Mario Bergoglio aceitou a eleição canónica para ser o sucessor de Bento XVI e compreendeu “(…) que estava em paz, tranquilo. «E como queres ser chamado?», perguntou ainda o cardeal [Re]. «Vocabor Franciscus.» Chamar-me-ei Francisco.” [Texto de Adriano Batista]
As palavras que deixou o Papa Francisco
Há determinados cargos, no mundo, cuja importância ultrapassa muito o número dos que pertencem à instituição que os seus titulares dirigem. Por essa importância, e pelas consequências que têm, todos tomamos partido, todos escolhemos e “votamos” em consciência quando é preciso encontrar um sucessor. [Texto de Silas de Oliveira].
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