AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Vicentinos: uma esperança para doentes, idosos e pobres

De norte a sul do país

Vicentinos: uma esperança para doentes, idosos e pobres

Visitam os mais vulneráveis e os doentes. Escutam e dão apoio emocional, material e financeiro. São um movimento católico de leigos conhecidos por quatro designações – Sociedade de São Vicente de Paulo, Conferências de São Vicente de Paulo, Conferências Vicentinas, ou, simplesmente, Vicentinos. O movimento está presente em diversos países, incluindo em vários pontos de Portugal.

Brasil: Diocese de Manaus e ONG pedem ajuda urgente para comunidades indígenas

Brasil: Diocese de Manaus e ONG pedem ajuda urgente para comunidades indígenas

Falta de pessoal médico, falta de equipamento de proteção e meios para tratamento, cadáveres armazenados em camiões frigoríficos e outros a serem enterrados em valas comuns. Em Manaus, capital do estado do Amazonas (Brasil), a pandemia de covid-19 está a provocar um estado de calamidade nunca antes visto. E a tendência é para piorar, agora que o vírus chegou às comunidades indígenas residentes naquele estado. A arquidiocese, juntamente com diversas ONGs, emitiu um comunicado pedindo ajuda urgente. O Papa Francisco telefonou diretamente ao arcebispo Leonardo Steiner, pedindo informações sobre a situação e deixando uma bênção especial para a região da Amazónia.

Cada vez mais pedidos ao Banco Alimentar. “Nunca vi nada assim”, diz Isabel Jonet

Cada vez mais pedidos ao Banco Alimentar. “Nunca vi nada assim”, diz Isabel Jonet

Pessoas de profissões muito diversas estão a recorrer cada vez mais aos Bancos Alimentares Contra a Fome, diz a presidente da instituição, Isabel Jonet. Motoristas de táxi ou de empresas de transportes pessoais, trabalhadores de ginásios, fisioterapeutas, dentistas, trabalhadores de circos ambulantes, feirantes, cabeleireiras, manicures, profissionais ligados ao turismo…

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz)

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz)

No meio de tantos atos de solidariedade e dedicação, marcados não raro por verdadeiro heroísmo, seria pouco sensato falar de insensibilidade político-social. Em todo o caso, a persistência de várias lacunas neste domínio – também observadas nas crises económico-sociais anteriores – convidam-nos, pelo menos, a alertar para elas. Registo apenas três, por ora: a informação regular sobre a situação social; a universalização da Rede Social; e a coordenação nacional das intervenções sociais.

Pandemia poderá duplicar número de pessoas em risco de fome para 265 milhões

Pandemia poderá duplicar número de pessoas em risco de fome para 265 milhões

O número de pessoas que enfrentam “insegurança alimentar” deverá duplicar este ano, na sequência da pandemia de covid-19. De acordo com o Relatório Global de Crises Alimentares, publicado esta terça-feira, 21 de abril, pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU), a estimativa é de que, no final deste ano, haja 265 milhões de pessoas em risco de fome, quase o dobro do valor registado no final de 2019, que foi de 135 milhões.

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

A presença dos ciganos em Portugal remonta ao século XV, tendo esta minoria étnica permanecido na Península Ibérica desde então. As comunidades ciganas foram sempre perseguidas e excluídas, tendo sido iniciada por D. João III em 1526 a sua expulsão de Portugal, seguindo-se o decreto de 1538 de deportação para as colónias, em que os homens eram obrigados a trabalhos forçados nas galés.

Violência doméstica: “outra pandemia” a alastrar silenciosamente

Violência doméstica: “outra pandemia” a alastrar silenciosamente

Os telefones da Linha de Apoio à Vítima estão estranhamente silenciosos. Desde que foi decretado o estado de emergência, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) passou a receber “menos de metade das chamadas” que habitualmente recebia com pedidos de ajuda. Serão boas notícias? Daniel Cotrim, psicólogo da APAV, gostaria de acreditar que sim, mas confessa estar mais “assustado” que esperançoso. “Recebermos menos contactos é sinal de uma tranquilidade aparente”, afirma, temendo que, a par da pandemia de covid-19, também a “pandemia da violência doméstica” esteja a alastrar. E mais rapidamente do que antes, mas agora em silêncio.

Brasil: Diocese de Manaus e ONG pedem ajuda urgente para comunidades indígenas

Brasil: Diocese de Manaus e ONG pedem ajuda urgente para comunidades indígenas

Falta de pessoal médico, falta de equipamento de proteção e meios para tratamento, cadáveres armazenados em camiões frigoríficos e outros a serem enterrados em valas comuns. Em Manaus, capital do estado do Amazonas (Brasil), a pandemia de covid-19 está a provocar um estado de calamidade nunca antes visto. E a tendência é para piorar, agora que o vírus chegou às comunidades indígenas residentes naquele estado. A arquidiocese, juntamente com diversas ONGs, emitiu um comunicado pedindo ajuda urgente. O Papa Francisco telefonou diretamente ao arcebispo Leonardo Steiner, pedindo informações sobre a situação e deixando uma bênção especial para a região da Amazónia.

Cada vez mais pedidos ao Banco Alimentar. “Nunca vi nada assim”, diz Isabel Jonet

Cada vez mais pedidos ao Banco Alimentar. “Nunca vi nada assim”, diz Isabel Jonet

Pessoas de profissões muito diversas estão a recorrer cada vez mais aos Bancos Alimentares Contra a Fome, diz a presidente da instituição, Isabel Jonet. Motoristas de táxi ou de empresas de transportes pessoais, trabalhadores de ginásios, fisioterapeutas, dentistas, trabalhadores de circos ambulantes, feirantes, cabeleireiras, manicures, profissionais ligados ao turismo…

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz)

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz)

No meio de tantos atos de solidariedade e dedicação, marcados não raro por verdadeiro heroísmo, seria pouco sensato falar de insensibilidade político-social. Em todo o caso, a persistência de várias lacunas neste domínio – também observadas nas crises económico-sociais anteriores – convidam-nos, pelo menos, a alertar para elas. Registo apenas três, por ora: a informação regular sobre a situação social; a universalização da Rede Social; e a coordenação nacional das intervenções sociais.

Pandemia poderá duplicar número de pessoas em risco de fome para 265 milhões

Pandemia poderá duplicar número de pessoas em risco de fome para 265 milhões

O número de pessoas que enfrentam “insegurança alimentar” deverá duplicar este ano, na sequência da pandemia de covid-19. De acordo com o Relatório Global de Crises Alimentares, publicado esta terça-feira, 21 de abril, pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU), a estimativa é de que, no final deste ano, haja 265 milhões de pessoas em risco de fome, quase o dobro do valor registado no final de 2019, que foi de 135 milhões.

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

Proteger as comunidades ciganas no contexto da pandemia

A presença dos ciganos em Portugal remonta ao século XV, tendo esta minoria étnica permanecido na Península Ibérica desde então. As comunidades ciganas foram sempre perseguidas e excluídas, tendo sido iniciada por D. João III em 1526 a sua expulsão de Portugal, seguindo-se o decreto de 1538 de deportação para as colónias, em que os homens eram obrigados a trabalhos forçados nas galés.

Violência doméstica: “outra pandemia” a alastrar silenciosamente

Violência doméstica: “outra pandemia” a alastrar silenciosamente

Os telefones da Linha de Apoio à Vítima estão estranhamente silenciosos. Desde que foi decretado o estado de emergência, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) passou a receber “menos de metade das chamadas” que habitualmente recebia com pedidos de ajuda. Serão boas notícias? Daniel Cotrim, psicólogo da APAV, gostaria de acreditar que sim, mas confessa estar mais “assustado” que esperançoso. “Recebermos menos contactos é sinal de uma tranquilidade aparente”, afirma, temendo que, a par da pandemia de covid-19, também a “pandemia da violência doméstica” esteja a alastrar. E mais rapidamente do que antes, mas agora em silêncio.

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.