António José Paulino

Diários de quarentena (47): Para onde nos fugiram as nossas cidades? (e a beleza do que podemos fazer juntos)

Diários de quarentena (47): Para onde nos fugiram as nossas cidades? (e a beleza do que podemos fazer juntos) A beleza do que podemos fazer juntos(Foto de António José Paulino)   Para onde nos fugiram as nossas cidades? Para onde fugiu a minha cidade? Procuro sentar-me a trabalhar junto das janelas possíveis. Isso permite olhar a rua, ver...

Diários de quarentena (38): Somos todos frágeis, todos iguais e todos preciosos (uma oração)

Diários de quarentena (38): Somos todos frágeis, todos iguais e todos preciosos (uma oração) Senhor, Ajuda-nos a compreender este tempo, com o céu estrelado na escuridão e o silêncio do dia e da noite. Ajuda-nos a compreender as vezes sem conta em que o dia e a noite envolvem a nossa vida. Senhor, Ajuda-nos a partilhar com os últimos, como...

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz)

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz) Insensibilidade político-social? No meio de tantos atos de solidariedade e dedicação, marcados não raro por verdadeiro heroísmo, seria pouco sensato falar de insensibilidade político-social. Em todo o caso, a persistência de várias lacunas neste...

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos)

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos) Por quem os sinos dobram Muitos europeus, quando tomaram consciência da pandemia do covid-19 e se preparavam para a quarentena, correram a comprar A Peste, de Albert Camus, e Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Os dois romances subiram nos tops...