António José Paulino

À procura do silêncio e da contemplação

Com duas dezenas de amigos, realizámos uma Rota por cinco mosteiros da Ordem de Cister, na Galiza. Neste percurso, feito no início de Outubro, visitámos cinco mosteiros cistercienses (Poio, Armenteira, Sobrado dos Monxes, Oseira e Oia), com as suas igrejas, capelas, claustros, salas capitulares, refeitórios e alojamentos, e também duas catedrais...

Diários de quarentena (47): Para onde nos fugiram as nossas cidades? (e a beleza do que podemos fazer juntos)

Diários de quarentena (47): Para onde nos fugiram as nossas cidades? (e a beleza do que podemos fazer juntos) A beleza do que podemos fazer juntos(Foto de António José Paulino)   Para onde nos fugiram as nossas cidades? Para onde fugiu a minha cidade? Procuro sentar-me a trabalhar junto das janelas possíveis. Isso permite olhar a rua, ver...

Diários de quarentena (38): Somos todos frágeis, todos iguais e todos preciosos (uma oração)

Diários de quarentena (38): Somos todos frágeis, todos iguais e todos preciosos (uma oração) Senhor, Ajuda-nos a compreender este tempo, com o céu estrelado na escuridão e o silêncio do dia e da noite. Ajuda-nos a compreender as vezes sem conta em que o dia e a noite envolvem a nossa vida. Senhor, Ajuda-nos a partilhar com os últimos, como...

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz)

Diários de quarentena (37): Insensibilidade político-social? (e uma fotografia do poder da luz) Insensibilidade político-social? No meio de tantos atos de solidariedade e dedicação, marcados não raro por verdadeiro heroísmo, seria pouco sensato falar de insensibilidade político-social. Em todo o caso, a persistência de várias lacunas neste...

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos)

Diários de quarentena (35): Por quem os sinos dobram (e a foto de quando podíamos estar juntos) Por quem os sinos dobram Muitos europeus, quando tomaram consciência da pandemia do covid-19 e se preparavam para a quarentena, correram a comprar A Peste, de Albert Camus, e Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Os dois romances subiram nos tops...

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