O posicionamento da Igreja, no lado da oferta de serviços e não tanto da procura, dificultou-lhe a aceitação do Estado social que, até certo ponto, foi considerado seu competidor; ao mesmo tempo, deu origem a que fosse descurado o desenvolvimento e a qualificação dos grupos paroquiais de ação social, em contraste com a importância atribuída aos centros sociais paroquiais, às santas casas da misericórdia e a outras instituições.





