Professor do Ano é indiano e transformou a vida de milhares de raparigas

| 5 Dez 20

O prémio de Professor do Ano (Global Teacher Prize) foi para o indiano Ranjitsinh Disale, que dá aulas na Escola Primária Zilla Parishad, em Paritewadi, uma aldeia no estado de Maharashtra. O anúncio foi feito esta quinta-feira, 3 de dezembro, numa cerimónia online a partir do Museu de História Natural de Londres, organizada pela Fundação Varkey em parceria com a UNESCO, promotoras da iniciativa. Na última década, Disale mudou a vida de milhares de raparigas na Índia, conseguindo que passassem a ir à escola em vez de serem forçadas a casar-se ainda adolescentes. Aprendeu o idioma principal dos alunos, o canarim, e traduziu todos os livros do 1.º ao 4.º ano para essa língua, juntando-lhes códigos QR com poemas em áudio, aulas em vídeo e histórias, que foram determinantes durante o período de confinamento devido à pandemia. Trata-se do primeiro indiano a receber este prémio e também do primeiro a decidir partilhar metade do mesmo (cujo valor total é de um milhão de dólares, cerca de 823 mil euros) com os restantes nove finalistas, tendo sido escolhido entre 12 mil concorrentes, oriundos de 140 países diferentes. Ler mais aqui.

 

Comissão quer “dar voz ao silêncio” das vítimas dos “crimes hediondos” dos abusos do clero

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Daqui a um ano haverá relatório, que pode ser o fim do trabalho ou o início de mais. A comissão para estudar os abusos sexuais do clero português está formada e quer que as vítimas percam o medo, a vergonha e a culpa. Ou seja, que dêem voz ao seu silêncio. Pedro Strecht apresentou razões, o presidente dos bispos disse que não quer mais preconceitos nem encobrimentos, mas “autêntica libertação, autenticidade e dignidade para todos”.

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Encontra um trabalho que não amas, não perderás um minuto da tua vida

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Ainda antes de acabar o curso fui à minha primeira entrevista de trabalho “a sério”, numa produtora de filmes num bairro trendy de Lisboa. Roubei um dia à escrita da tese de mestrado, apanhei o comboio e lá fui eu, tão nervosa quanto entusiasmada. O dono começou por me perguntar se fazer cinema era o meu sonho. Fiquei logo sem chão. Sofri, desde muito cedo, de um mal que me acompanha até hoje: sonhava demais e muitos sonhos diferentes.

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