Chamam-lhe Moria 2.0, mas a evolução foi para pior. De acordo com as Organizações Não-Governamentais presentes no terreno, as condições do novo campo construído para albergar os refugiados que ficaram desalojados na sequência dos incêndios em Moria (Grécia), e onde estão neste momento cerca de 7.500 pessoas, são “ainda piores” que as anteriores. Falta de água, casas de banho insuficientes, acesso condicionado à eletricidade… Estes são apenas alguns dos problemas identificados por voluntários da Lesvos Solidarity e dos Médicos Sem Fronteiras na ilha de Lesbos. Ler mais aqui.








