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Participantes da JMJ convidados a descobrir o 25 de Abril

Visitas guiadas em Lisboa

Participantes da JMJ convidados a descobrir o 25 de Abril

A Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril associou-se à Jornada Mundial da Juventude e vai desafiar todos os participantes “a descobrirem o momento fundador da democracia portuguesa”, através de visitas guiadas ao Quartel do Carmo, ao Museu da GNR e à mostra expositiva “A Paz é possível. A Vigília da Capela do Rato e a contestação à Guerra Colonial”, que será reposta no Palácio da Independência.

Amnistia Internacional oferece curso sobre o direito à liberdade

Pelo aniversário do 25 de Abril

Amnistia Internacional oferece curso sobre o direito à liberdade

“Compreender os direitos humanos é o primeiro passo para os saber usufruir, reivindicar e proteger.” Foi com esta consciência que a equipa da Amnistia Internacional criou o curso “Protege a Liberdade”, disponibilizado na semana em que se celebra o 25 de Abril, em formato e-learning, em regime de autogestão, com a duração de 3 horas. A inscrição é gratuita e pode ser feita no sítio da organização.

#NãoPodias, uma campanha para mostrar aos jovens o que mudou com o 25 de Abril

Nas redes sociais

#NãoPodias, uma campanha para mostrar aos jovens o que mudou com o 25 de Abril

Há 50 anos, a lista de proibições era longa e algumas delas podem parecer inconcebíveis aos olhos de quem nasceu em democracia. Assim, “para assinalar 50 anos de Liberdade e Democracia”, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril acaba de lançar a Campanha #NãoPodias, uma iniciativa que “apela aos mais jovens para que não deem a Liberdade por adquirida, desafiando-os a escolherem uma de várias proibições impostas aos portugueses durante a ditadura e a partilharem essa informação e as suas reflexões nas plataformas digitais”.

As canções que romperam o silêncio aflito

Música popular no Estado Novo

As canções que romperam o silêncio aflito

A canção apresenta-se neste livro como um objeto único para reconstituir a história cultural de uma era, como nos avisa a mensagem inscrita na contracapa. E essa época está bem definida no subtítulo deste Silêncio Aflito: “A sociedade portuguesa através da música popular (dos anos 40 aos anos 70)” — e assim está também situado o regime ditatorial do Estado Novo que oprimiu Portugal até 1974 e, à época, as então colónias.

Colóquio online propõe reflexão sobre “A Igreja e o 25 de Abril”

Iniciativa bracarense

Colóquio online propõe reflexão sobre “A Igreja e o 25 de Abril”

No quadro das comemorações da Revolução dos Cravos, decorre nesta quinta-feira, 28 de abril, em Braga, um colóquio sobre o tema genérico “A Igreja e o 25 de Abril”. Na iniciativa intervêm a Prof. Isabel Allegro de Magalhães (“Uma Igreja política: mas à margem do Evangelho e do Vaticano II”), Frei José Nunes (“A Igreja: travão ou promotora do 25 de Abril?”), e o jornalista Jorge Cruz (“A dimensão comunicacional do padre Mário de Oliveira (1937-2022)”).  A moderação da sessão cabe ao Prof. Moisés de Lemos Martins, diretor do Museu Virtual da Lusofonia (MVL).

25 de abril: permanências, ruturas e recomposições

25 de abril: permanências, ruturas e recomposições

O Centro de Estudos de História Religiosa (UCP-CEHR) desenvolve atualmente uma linha de investigação em torno do “25 de abril: permanências, ruturas e recomposições. Balanço historiográfico 50 anos depois: o que se conhece e o que não se sabe”.

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“Compreender os direitos humanos é o primeiro passo para os saber usufruir, reivindicar e proteger.” Foi com esta consciência que a equipa da Amnistia Internacional criou o curso “Protege a Liberdade”, disponibilizado na semana em que se celebra o 25 de Abril, em formato e-learning, em regime de autogestão, com a duração de 3 horas. A inscrição é gratuita e pode ser feita no sítio da organização.

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