Este texto é uma reflexão, mais inquietantemente sapiencial do que cronística, decorrente de uma exposição que inesperadamente me vi a fazer, há alguns meses. Não tinha pensado falar nela, nunca pensara nela de modo organizado, mas a forma como sobreveio à minha mente e ao meu discurso na referida ocasião mostrou que era algo que ardia dentro de mim. [Texto de Alexandre Freire Duarte].







