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A surpresa do báculo do Papa Francisco, oferecido pelo bispo dom Merkel

A surpresa do báculo do Papa Francisco, oferecido pelo bispo dom Merkel

O Papa Francisco surpreendeu muitos com um báculo muito especial na eucaristia de encerramento do Sínodo dos Bispos sobre a Amazónia: trata-se de uma peça em madeira trabalhada, todo ele cheio de simbolismo indígena. O báculo foi oferecido ao Papa, nos primeiros dias do Sínodo, pelo bispo Francisco Merkel, um missionário espiritano alemão a trabalhar no Brasil há algumas décadas.

A surpresa do báculo do Papa Francisco, oferecido pelo bispo dom Merkel

A revolução católica amazónica em sete pontos-chave

Em sete pontos, o documento final do Sínodo dos Bispos católicos sobre a Amazónia traça um guião do que pode ser a reconfiguração da Igreja Católica naquela região do globo. Mas não é só esse texto a fazê-lo: no sábado, quando interveio de improviso no final dos trabalhos ou no domingo, na homilia da missa conclusiva, o Papa Francisco apontou já pistas e orientações de trabalho para lá do sínodo e do seu texto final, confirmando várias das reflexões e propostas.

Sínodo para a Amazónia e Crise Civilizatória (ensaio)

Sínodo para a Amazónia e Crise Civilizatória (ensaio)

Sendo a Fé em Cristo a mesma em Osaka, Nova Iorque, Roma ou Rio de Janeiro, é a realidade que determina e diferencia o jeito de ser Igreja e configura caminhos e prioridades da evangelização. Na realidade local, regional e planetária, a Igreja deve estar inserida como testemunha e servidora da Vida em Comunhão.

Semana decisiva no Sínodo: uma liturgia amazónica, mulheres e homens casados com ministérios próprios

Semana decisiva no Sínodo: uma liturgia amazónica, mulheres e homens casados com ministérios próprios

Uma liturgia católica com ritual próprio na Amazónia, mais responsabilidades para as mulheres na comunidade eclesial e a possibilidade de ordenar homens casados. Os três temas saíram das propostas dos grupos de trabalho, são algumas das matérias que esta semana estão presentes no debate da assembleia e podem vir a ficar consagrados no documento final, a ser entregue ao Papa.

“Amarrar as coisas”, fazer perguntas – testemunho de um bispo no Sínodo

“Amarrar as coisas”, fazer perguntas – testemunho de um bispo no Sínodo

Como formar uma Igreja com rosto amazónico? Porque não admitir a ordenação de mulheres ao diaconato? E porque não ordenar homens casados residentes no meio das comunidades para presidir à eucaristia dominical? “Caminhos novos para a Igreja na Amazónia” não implica responder pastoralmente às milhares de comunidades espalhadas nesta imensa região?

Novo Pacto das Catacumbas quer mais protagonismo aos jovens, leigos e mulheres e defende Casa Comum (documento integral)

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Compromissos em reconhecer os ministérios já existentes, em dar mais relevo às mulheres que já dirigem comunidades cristãs e mais protagonismo aos jovens. Ao mesmo tempo, defende uma atitude solidária e de defesa da floresta amazónica e dos povos indígenas, com os signatários a comprometer-se a reduzir resíduos e uso de plásticos e a usar transportes públicos sempre que possível. Estes são alguns dos compromissos dos bispos que assinaram neste domingo um novo Pacto das Catacumbas, 54 anos depois do primeiro.

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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