A população de etnia arménia que habita no enclave de Artsakh / Nagorno-Karabakh foi bloqueada pelo Azerbaijão, que lhe cortou vias de comunicação, chegada de alimentos e abastecimento de gás (aspeto especialmente crítico no início do inverno).
A população de etnia arménia que habita no enclave de Artsakh / Nagorno-Karabakh foi bloqueada pelo Azerbaijão, que lhe cortou vias de comunicação, chegada de alimentos e abastecimento de gás (aspeto especialmente crítico no início do inverno).
Uma guerra de seis semanas em Nagorno-Karabakh, uma região montanhosa no sul do Cáucaso, terminou em 9 de novembro último, na sequência de um acordo de paz entre a Arménia e o Azerbaijão, com a Rússia como intermediária. Mas, “embora a guerra tenha acabado, o rico património arquitetónico da região continua em risco”, alerta uma especialista.
Em todo o caso, Nagorno-Karabakh tinha uma posição central no reino arménio quando, na passagem para o século V, Mesrop Mashtots instalou no já centenário mosteiro de Amaras a primeira escola da língua arménia que utilizava o alfabeto por ele criado. Foi portanto nessa região que, há mil e seiscentos anos, se deram os primeiros passos para escrever a Bíblia em arménio, outra peça fundamental do reforço da identidade arménia para se distinguir dos outros povos que coexistiam e se moviam sobre o mesmo espaço geográfico.
Dois mil militares russos chegaram nesta terça-feira, 10 de Novembro, às principais zonas de conflito entre a Arménia e o Azerbaijão, para trabalhar como força de manutenção de paz, depois de na véspera à noite ter sido negociado e decidido um cessar-fogo entre os dois países e que terá tido o envolvimento da Rússia e do seu presidente, Vladimir Putin.
“Pedi ao Papa Francisco para levantar a sua voz de modo a restaurar a justiça e a paz”, disse o Catholicos da Igreja Apostólica Arménia, Karekin II, antes da sua partida apressada para a Arménia, decidida por causa de novos conflitos no enclave de Nagorno-Karabach, Artsakh no histórico nome arménio da região disputada entre aquele país e o Azerbaijão.
A população de etnia arménia que habita no enclave de Artsakh / Nagorno-Karabakh foi bloqueada pelo Azerbaijão, que lhe cortou vias de comunicação, chegada de alimentos e abastecimento de gás (aspeto especialmente crítico no início do inverno).
Uma guerra de seis semanas em Nagorno-Karabakh, uma região montanhosa no sul do Cáucaso, terminou em 9 de novembro último, na sequência de um acordo de paz entre a Arménia e o Azerbaijão, com a Rússia como intermediária. Mas, “embora a guerra tenha acabado, o rico património arquitetónico da região continua em risco”, alerta uma especialista.
Em todo o caso, Nagorno-Karabakh tinha uma posição central no reino arménio quando, na passagem para o século V, Mesrop Mashtots instalou no já centenário mosteiro de Amaras a primeira escola da língua arménia que utilizava o alfabeto por ele criado. Foi portanto nessa região que, há mil e seiscentos anos, se deram os primeiros passos para escrever a Bíblia em arménio, outra peça fundamental do reforço da identidade arménia para se distinguir dos outros povos que coexistiam e se moviam sobre o mesmo espaço geográfico.
Dois mil militares russos chegaram nesta terça-feira, 10 de Novembro, às principais zonas de conflito entre a Arménia e o Azerbaijão, para trabalhar como força de manutenção de paz, depois de na véspera à noite ter sido negociado e decidido um cessar-fogo entre os dois países e que terá tido o envolvimento da Rússia e do seu presidente, Vladimir Putin.
“Pedi ao Papa Francisco para levantar a sua voz de modo a restaurar a justiça e a paz”, disse o Catholicos da Igreja Apostólica Arménia, Karekin II, antes da sua partida apressada para a Arménia, decidida por causa de novos conflitos no enclave de Nagorno-Karabach, Artsakh no histórico nome arménio da região disputada entre aquele país e o Azerbaijão.
Exéquias este sábado
Morreu António Vitalino, bispo emérito de Beja, aos 84 anos novidadeAntónio Vitalino Dantas, bispo emérito de Beja, morreu esta sexta-feira, 9 de outubro, aos 84 anos, no Hospital de Braga. As exéquias estão marcadas para este sábado, 10 de outubro, com missa às 16h00, na igreja Matriz de Parada de Gatim.
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memória novidadeNo próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidadeAcordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em Gaza novidadeA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
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