Os bispos brasileiros que vão participar no Sínodo sobre a Amazónia – que decorrerá no Vaticano, no mês de Outubro – divulgaram uma carta em que lamentam a forma como o Estado brasileiro os “criminalizou” e os tratou como “inimigos da pátria”.
Os bispos brasileiros que vão participar no Sínodo sobre a Amazónia – que decorrerá no Vaticano, no mês de Outubro – divulgaram uma carta em que lamentam a forma como o Estado brasileiro os “criminalizou” e os tratou como “inimigos da pátria”.
O Papa Francisco manifestou-se preocupado com os grandes incêndios que lavram na Amazónia desde há duas semanas. Na sua alocução neste domingo, 25 de Agosto, após a oração do Angelus, afirmou: “Estamos todos preocupados com os vastos incêndios que ocorrem na Amazónia. Oremos para que, com o esforço de todos, eles sejam controlados o mais rapidamente possível. Esse pulmão florestal é vital para o nosso planeta.”
“Respeite os povos indígenas, presidente Bolsonaro”, apela o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para as questões indígenas. A mensagem surge na sequência do assassinato de um líder indígena do povo wajãpi, em Mariry.
Há quem defenda que o governo de Bolsonaro, apesar de se afirmar cristão, em boa parte, inscreve-se todos os dias em campo oposto à respectiva ética. As comparações com a personagem Donald Trump são inevitáveis.
Os casos registados de ataques a cultos afro-brasileiros têm vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos no Brasil. Os cultos umbanda e candomblé são as principais comunidades vítimas destes actos de intolerância.
O decreto assinado em Maio pelo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que flexibilizava a posse e o porte de armas no país, foi rejeitado pelo plenário do Senado brasileiro, que o enviou para a Câmara dos Deputados.
Para se enfrentar tempos de desolação e incerteza, como os que se vivem hoje no Brasil com a vitória da ultradireita, convém olhar para a história da conquista dos direitos humanos de LGBT, negros e mulheres. A memória do passado permite ver o presente em perspectiva, mantendo vivos valores, utopias e esperanças.
O Papa Francisco entregou a sua cruz peitoral às comunidades brasileiras de Brumadinho, devastadas no início deste ano pela tragédia do rebentamento de uma barragem que fez, até agora, 241 mortos, havendo ainda 30 desaparecidos e centenas de desalojados.
Os bispos brasileiros que vão participar no Sínodo sobre a Amazónia – que decorrerá no Vaticano, no mês de Outubro – divulgaram uma carta em que lamentam a forma como o Estado brasileiro os “criminalizou” e os tratou como “inimigos da pátria”.
O Papa Francisco manifestou-se preocupado com os grandes incêndios que lavram na Amazónia desde há duas semanas. Na sua alocução neste domingo, 25 de Agosto, após a oração do Angelus, afirmou: “Estamos todos preocupados com os vastos incêndios que ocorrem na Amazónia. Oremos para que, com o esforço de todos, eles sejam controlados o mais rapidamente possível. Esse pulmão florestal é vital para o nosso planeta.”
“Respeite os povos indígenas, presidente Bolsonaro”, apela o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para as questões indígenas. A mensagem surge na sequência do assassinato de um líder indígena do povo wajãpi, em Mariry.
Há quem defenda que o governo de Bolsonaro, apesar de se afirmar cristão, em boa parte, inscreve-se todos os dias em campo oposto à respectiva ética. As comparações com a personagem Donald Trump são inevitáveis.
Os casos registados de ataques a cultos afro-brasileiros têm vindo a aumentar consideravelmente nos últimos anos no Brasil. Os cultos umbanda e candomblé são as principais comunidades vítimas destes actos de intolerância.
O decreto assinado em Maio pelo Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, que flexibilizava a posse e o porte de armas no país, foi rejeitado pelo plenário do Senado brasileiro, que o enviou para a Câmara dos Deputados.
Para se enfrentar tempos de desolação e incerteza, como os que se vivem hoje no Brasil com a vitória da ultradireita, convém olhar para a história da conquista dos direitos humanos de LGBT, negros e mulheres. A memória do passado permite ver o presente em perspectiva, mantendo vivos valores, utopias e esperanças.
O Papa Francisco entregou a sua cruz peitoral às comunidades brasileiras de Brumadinho, devastadas no início deste ano pela tragédia do rebentamento de uma barragem que fez, até agora, 241 mortos, havendo ainda 30 desaparecidos e centenas de desalojados.
[Todo o dia é véspera]
a visitaUm “pequeno poema da nossa circunstância”, agora sobre a visita do embaixador de Israel em Portugal à Câmara Municipal de Guimarães. Por Luís Soares Barbosa.
Patriarcado de Jerusalém repudia
Ataque a igreja ortodoxa jordana faz nove mortos e 30 feridosO Patriarcado Latino de Jerusalém repudiou o atentado perpetrado contra a Igreja Ortodoxa Grega em Hammoud, Jordânia, que fez nove mortos. Padre católico jordano afirmou que este crime “afeta toda a sociedade”, falando numa tragédia que “causou dor, choque e incredulidade, tanto entre cristãos como entre muçulmanos”.
[Entre Margens]
A culpa de Deus: uma antropologia dos limitesOs amigos de Jó fazem o que a teologia faria durante séculos: defender Deus perante o mal. O problema do mal é das questões mais antigas da reflexão religiosa. Se Deus é todo-poderoso, sabe tudo e é plenamente bom, como compreender o sofrimento, a morte e a injustiça que atravessam a vida humana? [Texto de Vítor Rafael].
Por precaução
Apesar de recuperação “excelente”, Leão XIV não irá a AssisO Papa Leão XIV não participará, como estava previsto, no encontro inter-religioso que vai assinalar em Assis, na próxima terça-feira, 27 de outubro, os 40 anos da histórica Jornada Mundial de Oração pela Paz convocada por João Paulo II.
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