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Bispos proíbem utilização de vinho proveniente de trabalho escravo em missas

Igreja Católica no Brasil

Bispos proíbem utilização de vinho proveniente de trabalho escravo em missas

Na sequência das denúncias feitas na semana passada de que diversas vinícolas brasileiras submetiam os seus funcionários a condições de trabalho equivalentes à escravidão, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu uma nota afirmando que os vinhos produzidos por fabricantes que violem “o respeito pela dignidade humana” não devem ser escolhidos para uso nas igrejas do país.

A vida aconteceu lá atrás

A vida aconteceu lá atrás

Uma vez fui muito jovem e tive cabelos “rasta”, ali eu sonhei viajar o mundo sendo artista de rua. Mas sonhei com toda a minha personalidade enfiada no sonho – impulsiva, impaciente, inconsequente. Nessa totalidade era tão fácil realizar sonhos…

Avó, mete mais um prato na mesa do céu

Avó, mete mais um prato na mesa do céu

  Esta manhã fui levar a roupa suja à lavandaria, levava fones ligados, com o podcast de poesia - é a única maneira de conseguir andar nas avenidas de Copacabana sem me deixar estrangular pela confusão - ouço poesia e gente que fala de poesia, como se...

“A serviço do índio para a glória de Deus”

[Brasil, Religião e Poder]

“A serviço do índio para a glória de Deus”

A situação desoladora na qual os Yanomami foram encontrados foi notícia no Brasil e no mundo. O avanço do garimpo ilegal é a principal causa da tragédia vivenciada pelos Yanomami. No dia 1 de fevereiro, Uol Notícias divulgou uma pesquisa realizada pelo ISA (Instituto Socioambiental) em parceria com a HAY (Hutukara Associação Yanomami). A pesquisa aponta que o garimpo ilegal cresceu 54% na área indígena Yanomami no último ano do governo do ex-Presidente Jair Bolsonaro (PL).

Genocídio do povo Yanomami está a mobilizar instituições brasileiras

Igreja Católica solidária

Genocídio do povo Yanomami está a mobilizar instituições brasileiras

O Brasil mobiliza-se para salvar o povo Yanomami e o seu território, abandonado pelos serviços do Estado e atacado pelos garimpeiros e os interesses que estão por detrás deles, nas últimas décadas. O ataque foi tão brutal que as novas autoridades de Brasília já falam em genocídio. O Supremo Tribunal de Justiça, o Presidente brasileiro, o Exército, e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) são algumas das entidades que têm mobilizado esforços, nas últimas semanas, para acudir a uma situação que além de crise humanitária é considerada também “uma tragédia ambiental”.

Igreja denuncia sucessivos casos de violência contra indígenas

Brasil

Igreja denuncia sucessivos casos de violência contra indígenas

O Conselho Indigenista Missionário (CIMI), órgão da Igreja Católica no Brasil, tornou público esta semana um manifesto exigindo medidas urgentes para a proteção da vida dos indígenas e contra as invasões ilegais das suas terras. No documento, denunciam sucessivos casos de violência registados ao longo do último mês.

Bispos brasileiros “estarrecidos” e “profundamente indignados” com situação dos yanomami

Decretada emergência em saúde pública

Bispos brasileiros “estarrecidos” e “profundamente indignados” com situação dos yanomami

Os bispos católicos do Brasil já haviam feito vários apelos em defesa do povo yanomami, os líderes das comunidades indígenas da floresta amazónica e de várias organizações humanitárias também. Mas as imagens e números que vieram a público este sábado, 21 de janeiro, na sequência da visita do Presidente Lula da Silva e de uma comitiva de ministros à região, são impressionantes. O estado de emergência sanitária foi declarado e os bispos manifestam-se de novo: “estarrecidos”, “indignados” e ao mesmo tempo “profundamente solidários” com o povo e com todos aqueles que estão a “tentar evitar mais mortes” na Amazónia.

Crianças da Amazónia já podem ler a Bíblia na sua língua nativa

Iniciativa da Fundação AIS

Crianças da Amazónia já podem ler a Bíblia na sua língua nativa

Guarani, Tukano, Ticuna e Macuxi eram as línguas indígenas nas quais se encontrava já traduzida “A Bíblia da Criança”, uma edição da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS). Agora, chegou a vez de os elementos mais jovens da comunidade Sateré-Mawé, da Amazónia, poderem também ler uma seleção de histórias do Antigo e Novo Testamento na sua língua nativa.

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