Dos documentos saídos da etapa diocesana preparatória para o Sínodo [da Igreja Católica] de 2024 que consegui ir lendo, e das várias discussões e depoimentos que fui ouvindo, atordoou-me muito o vazio e ensurdeceu-me deveras o silêncio em relação ao que considero ser a provocação central do Evangelho, a saber, a hospitalidade incarnada, concreta, pessoalizada e actuante no mundo, qual sal da terra, qual luz do mundo, qual fermento da massa.












