Esta “ressonância magnética nuclear” (R.M.N.) que o realizador faz à aldeia é uma metáfora de toda a Europa: uma terra multiétnica, feita também de migrantes e de vários povos, onde convivem diferentes línguas, culturas e religiões, mas que é atacada pela xenofobia, nacionalismo, ódio, justificados com os falsos argumentos que ouvimos e lemos por aí.












