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Sílvia Duarte: Como uma cabeleireira descobriu na corrida um modo de ser solidária

Nova iniciativa dia 17

Sílvia Duarte: Como uma cabeleireira descobriu na corrida um modo de ser solidária

Esta é uma história feita de acasos, se é que eles existem: a protagonista acha que fazem parte do “plano de Deus”. Inclui paixão por correr, doenças graves, maratonas sem sair do lugar, uma subida ao Evereste, amizades que se cruzam, e uma enorme vontade de tornar o mundo num lugar melhor. E ainda não terminou. No próximo dia 17 terá mais um episódio – no Estoril, mas com os olhos postos em Moçambique – em que todos podem participar: basta irem cortar e tratar os cabelos para assegurarem que mais crianças têm o que comer.

Na maior Feira do Livro de sempre, também há religião, oração, solidariedade e inclusão

Em Lisboa, até 16 de junho

Na maior Feira do Livro de sempre, também há religião, oração, solidariedade e inclusão

Naquela que é a maior Feira do Livro de sempre em Lisboa, – com 350 pavilhões, 140 participantes, 960 marcas editoriais, mais 85 mil títulos disponíveis e mais de 3000 eventos agendados – não podiam faltar as editoras católicas e de temática religiosa. Sociedade Bíblica Portuguesa, Paulus, Publicações Jesuítas, Paulinas, Princípia e Editorial Cáritas marcam presença com novos lançamentos, sessões de autógrafos, conversas com autores e momentos de oração. A preocupação com a solidariedade e a inclusão estão também particularmente presentes nesta 94ª edição do certame.

Desta vez, o Papa desiludiu?

Desta vez, o Papa desiludiu?

Francisco é o primeiro a admitir que as mulheres continuam hoje, em muitos locais e circunstâncias, a ser “diáconos”. Faz sentido que seja negada às mulheres a graça sacramental da ordenação, em vez de celebrado e apoiado esse magistério que tão bem podem exercer – e que a Igreja Católica tanto precisa que exerçam?

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

Testemunho

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

A previsão era de céu limpo para os dois dias em que nos propusemos, eu e o meu marido, calcorrear os 54 quilómetros que separam o Sítio da Nazaré do Santuário de Fátima. Previ o calor, o cansaço, as dores nas pernas e nos pés, uma ou outra bolha… Antevi até a vontade de desistir. Mas fui. Fomos.

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