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“Velhos” e não “idosos”

“Velhos” e não “idosos”

A pandemia, que no início alguns optimistas prognosticavam ser um fenómeno de pouca duração, cada vez mais se nos apresenta como uma mudança de paradigma, uma ruptura com um modo de ser, de pensar e de agir que entendíamos ter sido definitivamente conquistado, sem suspeitarmos que pudessem ser postos em causa modelos de relacionamento, de vivências, de valores ou mesmo de linguagem.

Lares de idosos perante omissões de fundo

Lares de idosos perante omissões de fundo

Face à agitação provocada pelas infeções covid-19 e pelas respetivas mortes em lares de idosos, ou “estruturas residenciais para pessoas idosas”, torna-se imperiosa a assunção das nossas responsabilidades coletivas. Para não alongar o texto, limito-me, por ora, a elencar três omissões graves, que são fundamentais e comuns a outros problemas.

O valor da vida não tem variações

O valor da vida não tem variações

Na verdade, o valor da vida humana não tem variações. Não é quantitativo (não se mede em anos ou de acordo com qualquer outro critério), é qualitativo. A dignidade da pessoa deriva do simples facto de ela ser membro da espécie humana, não de qualquer atributo ou capacidade que possa variar em grau ou que possa ser adquirido ou perder-se nalguma fase da existência. Depende do que ela é, não do que ela faz ou pode fazer.

“Velhos” e não “idosos”

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A pandemia, que no início alguns optimistas prognosticavam ser um fenómeno de pouca duração, cada vez mais se nos apresenta como uma mudança de paradigma, uma ruptura com um modo de ser, de pensar e de agir que entendíamos ter sido definitivamente conquistado, sem suspeitarmos que pudessem ser postos em causa modelos de relacionamento, de vivências, de valores ou mesmo de linguagem.

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“Depressa passas de bestial a besta”

[Lugar (in)comum]

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“Na era dos ecrãs e da comunicação imediata, construímos expectativas irrealistas, esperando infalibilidade de quem está sob o holofote. Chega a ser irónica a facilidade com que se eleva alguém a um estatuto quase divino para em seguida lhe ser exigido um comportamento humanamente irrepreensível.” [Texto de Júlia Costa]

A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber

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Com efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].

“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

Esta terça-feira, 7 outubro

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A Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.

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