“Se por um lado precisamos de reconhecer que cada um de nós tem dentro de si “um pequeno Judas”, por outro todos temos de (re)aprender a pedir desculpa, a perdoar, a amar. É possível que nunca cheguemos a saber de onde vinham o ressentimento e o ódio de Judas. Mas será que conseguimos compreender verdadeiramente o amor de Jesus por ele – por todos – até ao fim?”












