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“Moçambique ainda cheira a sangue”

Bispo de Tete, Diamantino Antunes

“Moçambique ainda cheira a sangue”

“Quisemos já exorcizar” os fantasmas da guerra, diz Diamantino Guapo Antunes, bispo português de Tete, no norte de Moçambique, em entrevista à TSF. “Eu próprio, quando aqui cheguei, tive medo. Gostaria que já estivesse definitivamente enterrado machado de guerra em Moçambique.” Mas isso não aconteceu, como se tem visto em Cabo Delgado.

Os padres assassinados por falarem contra a injustiça dos militares

História de Moçambique em livro

Os padres assassinados por falarem contra a injustiça dos militares

Foi no contexto da guerra civil moçambicana (1976-1922) que os padres João de Deus, moçambicano, e Sílvio Moreira, português, foram mortos, em 30 de outubro de 1985, em Chapotera (província de Tete, Norte do país), e sepultados dia 4 de novembro, no cemitério da vila Ulonguè. Agora, um livro do bispo de Tete, Diamantino Antunes, tenta resgatar a memória do que foram esses tempos. O livro será apresentado em Fátima, nesta sexta-feira, 10 de maio, a partir das 18h, no auditório do Consolata Museu, com a presença do autor. [Texto de Juliana Batista]

Moçambique: “Situação é preocupante”, diz bispo de Tete

Fundação AIS

Moçambique: “Situação é preocupante”, diz bispo de Tete

O bispo da Diocese de Tete, em Moçambique, afirmou que a “situação é preocupante” na região norte do país, com o regresso dos ataques de grupos armados, “depois de um tempo de acalmia”. “Esperemos que não seja nada de grave, para que o clima de medo não se instale novamente entre a população.”

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Bispo de Tete, Diamantino Antunes

“Moçambique ainda cheira a sangue”

“Quisemos já exorcizar” os fantasmas da guerra, diz Diamantino Guapo Antunes, bispo português de Tete, no norte de Moçambique, em entrevista à TSF. “Eu próprio, quando aqui cheguei, tive medo. Gostaria que já estivesse definitivamente enterrado machado de guerra em Moçambique.” Mas isso não aconteceu, como se tem visto em Cabo Delgado.

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Foi no contexto da guerra civil moçambicana (1976-1922) que os padres João de Deus, moçambicano, e Sílvio Moreira, português, foram mortos, em 30 de outubro de 1985, em Chapotera (província de Tete, Norte do país), e sepultados dia 4 de novembro, no cemitério da vila Ulonguè. Agora, um livro do bispo de Tete, Diamantino Antunes, tenta resgatar a memória do que foram esses tempos. O livro será apresentado em Fátima, nesta sexta-feira, 10 de maio, a partir das 18h, no auditório do Consolata Museu, com a presença do autor. [Texto de Juliana Batista]

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Últimas Notícias

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“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado

Diocese de Portalegre – Castelo Branco

“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidade

No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

Guerras e mudanças de regime novidade

Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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