Entrando no desenvolvimento desta posição, o Pontífice faz notar que “o tratamento digno que todas as pessoas merecem, especialmente os mais pobres e marginalizados” é que constitui o verdadeiro teste do um Estado de direito. Isso passa, segundo a missiva aos bispos, por “acolher, proteger, promover e integrar os mais frágeis, desprotegidos e vulneráveis”, no quadro do bem comum que cabe à sociedade e ao governo promover, “com criatividade e estrito respeito pelos direitos de todos”.









