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O profeta Jonas e a catástrofe de Moçambique

O profeta Jonas e a catástrofe de Moçambique

Por mais dinheiro e meios que se reúnam para o apoio financeiro a Moçambique a verdade é que não nos preocupamos com Moçambique e continuamos a não nos preocupar. Esta é uma mensagem que precisa de ser dita e consciencializada.

Moçambique: sobe o número de mortos, mobiliza-se a solidariedade

Moçambique: sobe o número de mortos, mobiliza-se a solidariedade

Moçambique cumpre desde esta quarta-feira três dias de luto nacional, até sexta, 22. A ajuda tem chegado de toda a parte: na terça-feira, saiu de Portugal uma missão de reconhecimento no âmbito de um grupo interministerial criado pelo Governo português. Na noite de quarta, um corpo de intervenção rápida das Forças Armadas seguiu também para a Beira.  

A maior crise em décadas exige uma ajuda imensa a Moçambique

A maior crise em décadas exige uma ajuda imensa a Moçambique

A maior tempestade de sempre no hemisfério sul afectou perto de dois milhões de pessoas. Uma miríade de organizações estão a tentar conjugar esforços de ajuda no terreno, mas as dimensões da tragédia ainda não são conhecidas. De Portugal também já começou a seguir apoio.

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Por mais dinheiro e meios que se reúnam para o apoio financeiro a Moçambique a verdade é que não nos preocupamos com Moçambique e continuamos a não nos preocupar. Esta é uma mensagem que precisa de ser dita e consciencializada.

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No fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.

Guerras e mudanças de regime

[Entre Margens]

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Já muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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