Por mais dinheiro e meios que se reúnam para o apoio financeiro a Moçambique a verdade é que não nos preocupamos com Moçambique e continuamos a não nos preocupar. Esta é uma mensagem que precisa de ser dita e consciencializada.
Por mais dinheiro e meios que se reúnam para o apoio financeiro a Moçambique a verdade é que não nos preocupamos com Moçambique e continuamos a não nos preocupar. Esta é uma mensagem que precisa de ser dita e consciencializada.
A Cáritas Portuguesa, a Província Franciscana de Portugal e as fundações Fé e Cooperação (FEC) e Gonçalo da Silveira (FGS) são algumas das instituições que lançaram novas campanhas de apoio a Moçambique, cuja região centro foi atingida há quase duas semanas pela catástrofe provocada pelo ciclone Idai.
Tocou-me particularmente a palavra “urgentes”. Vivi angustiadamente, sem nada poder fazer, nos dias imediatamente anteriores em que os media anunciavam a chegada do furioso ciclone e antecipadamente vivi estes cenários, agora tornados realidade, das mortes e das destruições maciças.
Moçambique cumpre desde esta quarta-feira três dias de luto nacional, até sexta, 22. A ajuda tem chegado de toda a parte: na terça-feira, saiu de Portugal uma missão de reconhecimento no âmbito de um grupo interministerial criado pelo Governo português. Na noite de quarta, um corpo de intervenção rápida das Forças Armadas seguiu também para a Beira.
A maior tempestade de sempre no hemisfério sul afectou perto de dois milhões de pessoas. Uma miríade de organizações estão a tentar conjugar esforços de ajuda no terreno, mas as dimensões da tragédia ainda não são conhecidas. De Portugal também já começou a seguir apoio.
Por mais dinheiro e meios que se reúnam para o apoio financeiro a Moçambique a verdade é que não nos preocupamos com Moçambique e continuamos a não nos preocupar. Esta é uma mensagem que precisa de ser dita e consciencializada.
A Cáritas Portuguesa, a Província Franciscana de Portugal e as fundações Fé e Cooperação (FEC) e Gonçalo da Silveira (FGS) são algumas das instituições que lançaram novas campanhas de apoio a Moçambique, cuja região centro foi atingida há quase duas semanas pela catástrofe provocada pelo ciclone Idai.
Tocou-me particularmente a palavra “urgentes”. Vivi angustiadamente, sem nada poder fazer, nos dias imediatamente anteriores em que os media anunciavam a chegada do furioso ciclone e antecipadamente vivi estes cenários, agora tornados realidade, das mortes e das destruições maciças.
Moçambique cumpre desde esta quarta-feira três dias de luto nacional, até sexta, 22. A ajuda tem chegado de toda a parte: na terça-feira, saiu de Portugal uma missão de reconhecimento no âmbito de um grupo interministerial criado pelo Governo português. Na noite de quarta, um corpo de intervenção rápida das Forças Armadas seguiu também para a Beira.
A maior tempestade de sempre no hemisfério sul afectou perto de dois milhões de pessoas. Uma miríade de organizações estão a tentar conjugar esforços de ajuda no terreno, mas as dimensões da tragédia ainda não são conhecidas. De Portugal também já começou a seguir apoio.
Em 2016 eram quatro milhões
Só numa “app” há quase 20 milhões de pessoas que leem a Bíblia todos os dias novidadeMais de 18,5 milhões de pessoas em todo o mundo leem diariamente excertos da Bíblia através da aplicação da YouVersion, um crescimento de 13 por cento quando comparado com 2025, anunciou a empresa que está a preparar a segunda edição do Mês Global da Bíblia.
Encontro no Vaticano
“Amoris laetitia” é coerente com o ensinamento da Igreja, afirma irmã Helen Alford novidadeA exortação apostólica Amoris laetitia é coerente com o ensinamento e a prática da Igreja anteriores a Francisco e deve ser entendida em continuidade com a reflexão de João Paulo II sobre o casamento e a família, afirmou a irmã Helen Alford, presidente da Pontifícia...
Diocese de Portalegre – Castelo Branco
“Um conselho pastoral em cada paróquia”, o desafio está lançado novidadeNo fim do processo, “nem um centímetro” da Diocese de Portalegre – Castelo Branco deve “ficar sem ser coberto por um conselho pastoral paroquial” (ou interparoquial se necessário e conveniente). Foi o desafio do bispo Pedro Fernandes à diocese de que assumiu a tarefa de pastor ainda não há um ano. Esta é talvez a melhor síntese do que foi a “Assembleia Diocesana”, no dia 6 de outubro, em Ponte de Sor, a que várias centenas de pessoas responderam participando de um modo ativo.
[Entre Margens]
Guerras e mudanças de regime novidadeJá muitos se terão esquecido, ao acompanhar a trágica e intrincada evolução da guerra entre Estados Unidos e Israel e o Irão, que, no seu início, essa guerra foi apresentada como tendo por objetivo primacial o de derrubar um regime ditatorial e opressor, que há pouco tempo havia reprimido de forma violenta e mortífera a contestação de largas canadas da população sedentas de uma liberdade que essa guerra lhes haveria de proporcionar. [Texto de Pedro Vaz Patto].
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