A fé tem de ser um ato de vontade e de resistência e não uma mera herança. O aparente silêncio de Deus desconcerta-nos e desafia-nos. Sob um prisma racional, há momentos em que parece não fazer o menor sentido continuar a acreditar. Tanto nas grandes “crises de fé” que possamos ter, mas também, e provavelmente com maior intensidade, nas pequenas e singelas desilusões da vida em que Deus parece ausentar-se.












