Porque há sofrimento e dor, inquietação e angústia, pedimos que cessem e que possamos viver em tranquilidade e segurança.
Porque há sofrimento e dor, inquietação e angústia, pedimos que cessem e que possamos viver em tranquilidade e segurança.
Sei que estes tempos têm sido difíceis para algumas pessoas, que não têm sabido lidar bem com o isolamento social. Mas queria mostrar o lado de quem está a lidar bem com isto para inspirar outros a fazer o mesmo e melhorarem o pensamento.
Senhor, Ajuda-nos a compreender este tempo, com o céu estrelado na escuridão e o silêncio do dia e da noite. Ajuda-nos a compreender as vezes sem conta em que o dia e a noite envolvem a nossa vida.
No meio de tantos atos de solidariedade e dedicação, marcados não raro por verdadeiro heroísmo, seria pouco sensato falar de insensibilidade político-social. Em todo o caso, a persistência de várias lacunas neste domínio – também observadas nas crises económico-sociais anteriores – convidam-nos, pelo menos, a alertar para elas. Registo apenas três, por ora: a informação regular sobre a situação social; a universalização da Rede Social; e a coordenação nacional das intervenções sociais.
Silvia Nazário lançou um vídeo de uma canção belíssima, intitulada Sentido Solar, gravado na Praia do Rei (Costa da Caparica) em 2019, mas editado só agora na quarentena. Segundo ela, é uma prenda de amor para o coração da humanidade que se encontra tão sofrida.
Joana Damasceno, Ana Carapina e Lara Martins, alunas de Educação Moral e Religiosa Católica do Agrupamento de Escolas José Estêvão (Aveiro): O que é a nossa quarentena. “Neste vídeo mostramos o que temos feito para ocupar a nossa quarentena. Pode também servir como ideias de atividades para outras pessoas, há muita coisa que se pode fazer! Em fundo, Joana Damasceno canta Andrà Tutto Bene (Tudo ficará bem), de Cristóvam.
Diariamente, o Ministério da Saúde faz o ponto de situação da covid-19 no país; pelo contrário, não existe informação regular acerca da situação social. A insuficiência de rendimentos, com ou sem pobreza anterior, a dependência (resultante de doença grave, idade avançada, deficiência ou acidente incapacitantes…), o isolamento sem companhia, a falta de habitação condigna, a violência doméstica… são realidades que a pandemia está a agravar e que, publicamente, quase não existem.
Não sei porque é que o faço desde domingo passado, a verdade é que acordo todos os dias, cedo, para a ver; para ter a certeza de que está viva. E esta manhã estava e voltei a bendizer a senhora que ma apanhou, fugira eu do fartanço da casa e fora beber um café.
Porque há sofrimento e dor, inquietação e angústia, pedimos que cessem e que possamos viver em tranquilidade e segurança.
Sei que estes tempos têm sido difíceis para algumas pessoas, que não têm sabido lidar bem com o isolamento social. Mas queria mostrar o lado de quem está a lidar bem com isto para inspirar outros a fazer o mesmo e melhorarem o pensamento.
Senhor, Ajuda-nos a compreender este tempo, com o céu estrelado na escuridão e o silêncio do dia e da noite. Ajuda-nos a compreender as vezes sem conta em que o dia e a noite envolvem a nossa vida.
No meio de tantos atos de solidariedade e dedicação, marcados não raro por verdadeiro heroísmo, seria pouco sensato falar de insensibilidade político-social. Em todo o caso, a persistência de várias lacunas neste domínio – também observadas nas crises económico-sociais anteriores – convidam-nos, pelo menos, a alertar para elas. Registo apenas três, por ora: a informação regular sobre a situação social; a universalização da Rede Social; e a coordenação nacional das intervenções sociais.
Silvia Nazário lançou um vídeo de uma canção belíssima, intitulada Sentido Solar, gravado na Praia do Rei (Costa da Caparica) em 2019, mas editado só agora na quarentena. Segundo ela, é uma prenda de amor para o coração da humanidade que se encontra tão sofrida.
Joana Damasceno, Ana Carapina e Lara Martins, alunas de Educação Moral e Religiosa Católica do Agrupamento de Escolas José Estêvão (Aveiro): O que é a nossa quarentena. “Neste vídeo mostramos o que temos feito para ocupar a nossa quarentena. Pode também servir como ideias de atividades para outras pessoas, há muita coisa que se pode fazer! Em fundo, Joana Damasceno canta Andrà Tutto Bene (Tudo ficará bem), de Cristóvam.
Diariamente, o Ministério da Saúde faz o ponto de situação da covid-19 no país; pelo contrário, não existe informação regular acerca da situação social. A insuficiência de rendimentos, com ou sem pobreza anterior, a dependência (resultante de doença grave, idade avançada, deficiência ou acidente incapacitantes…), o isolamento sem companhia, a falta de habitação condigna, a violência doméstica… são realidades que a pandemia está a agravar e que, publicamente, quase não existem.
Não sei porque é que o faço desde domingo passado, a verdade é que acordo todos os dias, cedo, para a ver; para ter a certeza de que está viva. E esta manhã estava e voltei a bendizer a senhora que ma apanhou, fugira eu do fartanço da casa e fora beber um café.
In Memoriam
Walter Osswald (1928-2026): um homem sólido, um grande coração novidadeHá vidas tão belas, tão ricas e tão bem preenchidas que a sua morte, apesar e além da profunda tristeza que suscita, consegue ao mesmo tempo segregar o perfume de um profundo êxito. É o caso de Walter Osswald [cientista e professor universitário, que morreu no passado dia 22 de setembro, dois dias depois de ter completado 98 anos].
Ano jubilar-800 anos da morte (8)
Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidadeO Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.
[Brasil, Religião e Poder]
Nossa Senhora e as trincheiras da campanha eleitoral brasileiraA controvérsia em torno de Nossa Senhora Aparecida mostra a dificuldade, cada vez maior, do Estado brasileiro de separar a mediação jurídica das identidades políticas e religiosas que cercam seus protagonistas
Direitos humanos
Presos políticos saharauis retomam greve de fome e denunciam represálias nas prisões marroquinasNove presos políticos saharauis iniciaram uma greve de fome por tempo indeterminado em três prisões marroquinas, exigindo o cumprimento de decisões dos mecanismos das Nações Unidas e denunciando as condições de detenção.
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