Em lugar da simplificação tão repetida centrada num perfil conservador, temos de entender que, ao longo do seu percurso teológico e pastoral, o Papa Bento XVI foi uma figura de paradoxos virtuosos. E tais paradoxos correspondem a uma articulação futurante entre a compreensão das raízes culturais e históricas da tradição e a perceção crítica da modernidade.





