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Bento XVI, a marca da Esperança

Bento XVI, a marca da Esperança

Em lugar da simplificação tão repetida centrada num perfil conservador, temos de entender que, ao longo do seu percurso teológico e pastoral, o Papa Bento XVI foi uma figura de paradoxos virtuosos. E tais paradoxos correspondem a uma articulação futurante entre a compreensão das raízes culturais e históricas da tradição e a perceção crítica da modernidade.

Bento XVI, a marca da Esperança

S. Paulo nos dias de hoje

Metamorfose Necessária – Reler S. Paulo de José Tolentino Mendonça (Quetzal, 2022) é um livro oportuno para esta quadra de Natal como leitura utilíssima. Através de Paulo, podemos entender melhor a essência da Epifania, representada metaforicamente na presença dos Magos no presépio, mas só compreensível através do fundamental encontro na Estrada de Damasco.

Bento XVI, a marca da Esperança

Valores, religiosidade e idade secular

A publicação de Valores e Religiosidade em Portugal – Comportamentos e Atitudes Geracionais (Afrontamento, 2022) do cónego Eduardo Duque constitui oportunidade para refletirmos sobre a necessidade de compreender a importância dos valores éticos e religiosos na sociedade contemporânea. Importa recordar o que Hermann Broch (1886-1951) afirmou sobre o “vazio de valores”, que afeta a sociedade contemporânea e os seus efeitos na fragilização comunitária.

Bento XVI, a marca da Esperança

Um Sínodo para Caminhar

O Papa Francisco tem insistido na necessidade de trilhar o caminho sinodal, como uma verdadeira partilha de pensamento e ação. No momento em que há preocupações relativamente à imagem pública da Igreja, importa reforçar a exigência e o sentido de responsabilidade e de cuidado, sem os quais prevalecerá uma visão empobrecedora da realidade que somos chamados a compreender.

Bento XVI, a marca da Esperança

Dai-Me Senhor o bom humor!

Com especial ênfase, o Papa Francisco recordou-nos, a partir da Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate (2018) a importância da disponibilidade de espírito e da alegria: “Normalmente a alegria cristã é acompanhada pelo sentido do humor. O mau humor não é um sinal de santidade.”

Bento XVI, a marca da Esperança

António Vaz Pinto – a ação com graça

Desde o pensamento à análise dos acontecimentos recentes, além das artes, do cinema, da educação ou da saúde, tudo tinha lugar. «A ideia de construir (costumava dizer António Vaz Pinto) aproxima-se muito da ideia de gerar, produzir ser e realidade humana». E as ideias fluíam, naturalmente, num equilíbrio entre a urgência e a reflexão, tão necessário, e tantas vezes esquecido.

Bento XVI, a marca da Esperança

O segredo da multiplicação

Se houve alguém que soube colocar as suas qualidades excecionais de comunicador e de mobilizador de vontades, foi o cónego João Seabra.

Bento XVI, a marca da Esperança

O “irmão universal” está connosco

O amor, o cuidado e o serviço levam-nos a entender a fé como um dom, que não se alimenta de valores abstratos, mas sim de uma relação entre pessoas concretas, feita de entrega, de troca, de experiências e de uma permanente aprendizagem. A chave das Bem-aventuranças está, pois, na relação entre as pessoas e no reconhecimento da dignidade de todos. A abertura da porta da fé corresponde, assim, à procura do amor.

Bento XVI, a marca da Esperança

Bento XVI, a marca da Esperança

Em lugar da simplificação tão repetida centrada num perfil conservador, temos de entender que, ao longo do seu percurso teológico e pastoral, o Papa Bento XVI foi uma figura de paradoxos virtuosos. E tais paradoxos correspondem a uma articulação futurante entre a compreensão das raízes culturais e históricas da tradição e a perceção crítica da modernidade.

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Metamorfose Necessária – Reler S. Paulo de José Tolentino Mendonça (Quetzal, 2022) é um livro oportuno para esta quadra de Natal como leitura utilíssima. Através de Paulo, podemos entender melhor a essência da Epifania, representada metaforicamente na presença dos Magos no presépio, mas só compreensível através do fundamental encontro na Estrada de Damasco.

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O Papa Francisco tem insistido na necessidade de trilhar o caminho sinodal, como uma verdadeira partilha de pensamento e ação. No momento em que há preocupações relativamente à imagem pública da Igreja, importa reforçar a exigência e o sentido de responsabilidade e de cuidado, sem os quais prevalecerá uma visão empobrecedora da realidade que somos chamados a compreender.

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Com especial ênfase, o Papa Francisco recordou-nos, a partir da Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate (2018) a importância da disponibilidade de espírito e da alegria: “Normalmente a alegria cristã é acompanhada pelo sentido do humor. O mau humor não é um sinal de santidade.”

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“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferência

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Um 7 de Outubro por Delphine Horvilleur

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