Porque será que o sector evangélico apresenta uma estranha atracção por figuras autoritárias e uma forma bruta de exercer o poder? E por que razão tendem a deixar-se fascinar e a apoiar líderes que não apenas não evidenciam características consonantes com a sua fé como ainda revelam práticas de assédio, misoginia, racismo e outros tipos de discriminação além dum discurso rasteiro e ordinário, como se pode verificar pelos casos de Donald Trump nos EUA e de Jair Bolsonaro no Brasil?









