Ao longo dos últimos seis dias, o secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), Jerry Pillay, empenhou-se a 100% naquela que designou de “uma missão especial”. E não é caso para menos. O líder religioso – que representa 352 igrejas protestantes, ortodoxas, anglicanas e evangélicas em todo o mundo – esteve em Israel e na Palestina, numa tentativa de “tornar mais forte” e verdadeiramente audível o apelo que há muito vem fazendo “por uma paz justa” na região.







