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Educação 2018: progredimos muito, alguns desafios persistem

Educação 2018: progredimos muito, alguns desafios persistem

Foi recentemente publicado o “Estado da Educação” relativo a 2018, documento que o Conselho Nacional de Educação (CNE) edita todos os anos e em que propõe uma leitura atualizada da evolução de um conjunto de indicadores de análise da educação em Portugal. Destaco aqui seis aspetos.

Educação 2018: progredimos muito, alguns desafios persistem

O preconceito contra o ensino profissional não tem limites

Os Ministérios da Ciência e Ensino Superior e da Educação lançaram a campanha “não desistas de ti”. Ao entrar no “site” respetivo, pode ler-se, em letras gordas: “Hey, tu. Sim, tu. Tu podes fazer o que quiseres. A sério. E quando uma pessoa sabe o que quer tem algo para lutar. Por isso não baixes os braços e vai à luta. Não desistas de ti.” Depois, clica-se em baixo, em “vou à luta” e entra-se numa página sem qualquer graça, com uma listagem de cursos e de instituições, da Direção Geral do Ensino Superior.

Educação 2018: progredimos muito, alguns desafios persistem

A escola a falar para o cão ou como é que a escola que produz alunos inensináveis

Cada vez que leio estas centenas de páginas e verifico que elas descrevem arcos escolares sem qualquer saída, em que crianças com pequenos problemas iniciais se transformam em alvos a abater, com o apoio destes discursos ocos e sem fim, que revelam atitudes e valores educativos concretos dos educadores, constato que é este o modo de produção de alunos inensináveis.

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O estranho “suicídio” do pastor Zedequias Manganhela

Livro sobre a PIDE

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O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

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